As melhores linhas de ataque da história da Copa do Mundo: em que posição ficarão Kylian Mbappé, Michael Olise, Ousmane Dembélé e Bradley Barcola, da França, depois de brilharem no torneio de 2026?


A Copa do Mundo de 2002, no Japão e na Coreia do Sul, foi marcada pela redenção de Ronaldo. Quatro anos depois de sofrer uma crise convulsiva antes da derrota do Brasil para a França na final — o que, compreensivelmente, o deixou como uma sombra do jogador brilhante que costumava ser no Stade de France —, o atacante mais brilhante da história do futebol levou seu país ao quinto título com oito gols em apenas sete partidas, incluindo dois gols decisivos na vitória por 2 a 0 sobre a Alemanha na final.

No entanto, como a finta de Rivaldo para o segundo gol de Ronaldo em Yokohama tão bem destacou, ele não poderia ter feito tudo sozinho. Ele contou com o apoio competente de dois dos jogadores mais talentosos que já pisaram em um campo de futebol.

De fato, apenas Ronaldo marcou mais gols na fase final do que Rivaldo, que foi eleito o Melhor Jogador da Partida contra a Bélgica e a Inglaterra, nas oitavas de final e nas quartas de final, respectivamente.

Quanto a Ronaldinho, apesar de ter sido expulso contra os “Três Leões”, poucos minutos depois de vencer David Seaman com uma cobrança de falta espetacular, foi uma alegria vê-lo em campo durante todo o torneio e ele mostrou por que viria a seguir os passos de Rivaldo e Ronaldo ao conquistar a Bola de Ouro.



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