A falta de criatividade do Corinthians no ataque, uma das principais reclamações da torcida nas últimas partidas, também foi abordada por Diniz. O treinador defendeu a estratégia da equipe e explicou a quantidade de cruzamentos utilizados durante os jogos.
Na avaliação do comandante, a característica aparece principalmente quando o Timão consegue manter o adversário recuado. A presença de Pedro Raul, por sua vez, aumenta a possibilidade de explorar o jogo aéreo.
“Quando tem um time que joga predominantemente com posse no ataque, os gols majoritariamente saem de cruzamento. E tem a questão de ter o Pedro Raul, mas em outros jogos sem ele já cruzamos muitas bolas. Não é que seja o específico do Corinthians pelo Pedro Raul, mas quando temos um jogador que tem condição de ganhar bola no alto, isso fica mais intensificado em alguns momentos”, disse.
Diniz também acredita que a partida contra o Rosario Central pode apresentar um cenário diferente do primeiro confronto. O time argentino pode assumir uma postura mais ofensiva na Neo Química Arena, o que abriria espaços para o Corinthians explorar.
“O Rosario não joga necessariamente num bloco tão baixo, até pelos jogadores que eles têm. Pode ser que joguem baixo, pode ser que a gente empurre eles, pode ser que joguem adiantados. Não tem como saber, temos que preparar para mais de uma situação”, afirmou.
O treinador, entretanto, mostrou preocupação maior com o desempenho defensivo. Para Diniz, os dois gols sofridos contra o Cruzeiro foram evitáveis e destoaram de um setor que vinha sendo um dos pontos fortes da equipe.
“Eu acho que o time tem evoluído e criado, hoje finalizamos 19 vezes. O importante é colocar a bola no gol, não importa quem seja. E, principalmente, conseguir se defender bem. Hoje perdemos o jogo porque tomamos dois gols muito evitáveis. Senão teria sido 1 a 0. E a capacidade de defender tem sido um ponto forte, mas os dois gols que tomamos hoje eram evitáveis.”











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