O principal motivo para a postura conservadora nesta janela está diretamente ligado ao investimento realizado para contratar Lucas Paquetá. O meia se tornou a aquisição mais cara da história do Flamengo, com um desembolso de aproximadamente R$ 315 milhões à vista junto ao West Ham.
Segundo Bap, a operação exigiu um esforço financeiro inédito e naturalmente impacta o planejamento para os próximos meses.
“Nós tivemos que desembolsar mais de 25 milhões de euros à vista nessa primeira janela. O Flamengo nunca desembolsou um montante maior do que 7 ou 8 milhões de euros em nenhuma parcela de contratação de ninguém. Então o Paquetá, evidentemente, foi um esforço adicional que a gente fez e que vai levar um tempo”.
Apesar da cautela, o dirigente fez questão de afastar qualquer interpretação de que o clube enfrente dificuldades financeiras.
“Significa dizer que nós temos um problema econômico? Não, mas do ponto de vista de caixa temos que ser mais cuidadosos. Nós não vamos fazer nenhuma loucura por causa de Copa do Mundo. Não vamos pagar o que a gente não pode pagar. A gente tradicionalmente fazia a segunda janela mais forte que a primeira, e neste ano nós fizemos uma primeira janela mais forte para ter um jogador como o Paquetá mais cedo. Mas isso acaba tendo consequências”.









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