Leila manterá Palmeiras forte mesmo com déficit: ‘Presidente resolve’


“Não posso deixar de ter um time forte porque o que pretendemos esse ano é continuar lutando pela conquista de títulos. E você não conquista títulos se desfazendo de seus principais jogadores. Então, nossa prioridade é sempre manter nosso elenco forte. Como vai pagar as contas? Deixa que a presidente resolve”, acrescentou.

A base aparece como uma das soluções para o Palmeiras equilibrar as contas. O clube tem um geração com muitos nomes em destaque: os atacantes Felipe Teresa, Heittor, Eduardo Conceição, Riquelme Fillipi, e os zagueiros Benedetti e Koné.

O Palmeiras previa registrar com “rendas diversas”, que por causa do Conselho Federal de Contabilidade passou a incluir os valores referentes a venda de atletas, R$ 235,7 milhões em transferências até maio, mas esse valor é de apenas R$ 78 milhões. As principais negociações no ano até aqui foram as vendas de Aníbal Moreno (River Plate) e Facundo Torres (Austin FC).

Esse cenário com as finanças é o que impede o Palmeiras de esticar a corda na negociação por Danilo. O Alviverde não vai pagar os 30 milhões de euros (R$ 175 milhões na cotação atual) que o Botafogo quer, e tenta diminuir os valores incluindo jogadores pouco aproveitados — como foi inicialmente com o zagueiro Kaiky Naves, que está a caminho do Necaxa, do México.

Só uma proposta irrecusável vai tirar algum atleta do time titular. O clube viveu esse cenário em janeiro do ano passado, quando vendeu Vitor Reis para o Manchester City por 35 milhões de euros (R$ 219 milhões na época). A venda da cria da Academia é a maior negociação de um zagueiro na história do futebol brasileiro.

O único jogador que interessa ao Palmeiras nesta janela de transferências é o meio-campista Danilo. Se o Alviverde não conseguir fechar com o jogador, não vai direcionar seus esforços por outro atleta.





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