Se analisarmos as experiências bem-sucedidas da Ásia, veremos que o Japão, a Coreia do Sul e até mesmo a Austrália construíram sua força por meio da exportação de seus jogadores para a Europa, onde adquiriram experiências técnicas e mentais que se refletiram diretamente no nível de suas seleções.
Já na Arábia Saudita, o profissionalismo no exterior ainda é extremamente limitado, apesar de muitos jogadores possuírem as qualidades necessárias para viver essa experiência.
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Por isso, torna-se necessário que o sistema incentive os talentos sauditas a se profissionalizarem na Europa, mesmo que seja em ligas de nível médio, pois o jogador que sai da sua zona de conforto e se depara diariamente com níveis mais elevados voltará, sem dúvida, mais preparado para representar a seleção.











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