Na derrota para o Atlético-MG, por exemplo, Abel Ferreira e seus auxiliares avaliaram que o Palmeiras fez uma boa partida no Nubank Parque: foram 17 finalizações (seis no gol), 70% de posse de bola e 682 passes contra 264 do Atlético-MG. Na etapa final, a equipe acabou levando o 1 a 0 após uma falha de Carlos Miguel, e o Galo passou a jogar ainda mais recuado, encontrando espaços para contra-ataques. O time mineiro acabou vencendo a partida por 2 a 1.
Já a derrota para o Fortaleza é um resultado que não fez diferença nenhuma na vida do Palmeiras. O Alviverde venceu o jogo de ida por 3 a 0 e encaminhou a classificação, poupou boa parte de seus titulares na volta e ainda deu ritmo de jogo aos jogadores que não tiveram tantos minutos após a Copa.
A equipe convive com diversos problemas físicos. Barboza, Gustavo Gómez, Khellven e Paulinho, por exemplo, desfalcaram o Palmeiras no último jogo. Internamente, a decisão de preservar os atletas mais desgastados na volta foi comemorada.
O Alviverde cumpriu todos os objetivos até aqui e agora volta as atenções para a Copa Libertadores e o Brasileirão. A equipe de Abel Ferreira está nas quartas de final da Copa do Brasil, lidera o Campeonato Brasileiro com oito pontos de vantagem sobre o vice-líder Flamengo, e na próxima semana já encara o Cerro Porteño pelas oitavas de final da Libertadores.
O Palmeiras volta a campo no próximo domingo (9), às 16h (de Brasília), contra o Internacional, no Nubank Parque, pelo Brasileirão










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