“Se eu fosse o presidente da FIGC, me consideraria para o cargo”. Conte, que foi técnico da seleção italiana entre 2014 e 2016, havia se pronunciado assim no início de abril sobre a possibilidade de se tornar técnico: “Não é a primeira vez que não nos classificamos; eu digo que, depois de três Copas do Mundo, é preciso fazer algo concreto, mas, quando fui técnico, falou-se muito, mas encontrei pouca ajuda. Acho que, mesmo nos desastres, há coisas a serem salvas; caso contrário, agora escrevemos sobre isso por uma semana, demos o que comer a todos e depois tudo é esquecido. Se tivéssemos nos classificado, haveria um tom triunfalista por parte de todos; vamos encontrar um meio-termo. Certamente algo precisa ser feito”. Em comparação com 2016, as coisas mudaram; muita água rolou; há dez anos, Conte precisava de estímulos diários; hoje, ele está pronto para reconstruir a Seleção a partir das ruínas, com um projeto de longo prazo, até a Copa do Mundo de 2030.











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