Falando perante o tribunal, um Gabriel abalado insistiu que não houve intenção maldosa por trás da entrada que levou à lesão. O defensor de 22 anos expressou seu profundo arrependimento pela situação, revelando o impacto pessoal que o incidente tem causado em seu bem-estar desde que a partida aconteceu.
“Tenho tido noites sem dormir, rezando por ele, e ofereço um sincero pedido de desculpas a todos no Cruzeiro”, disse. “Tive a sensação de que chegaria primeiro na bola, e cheguei.
“Como o gramado estava bastante escorregadio e molhado, acabei acertando a bola e depois não tive tempo de recolher a perna, e foi assim que aconteceu essa entrada um pouco mais dura, mas sem qualquer intenção de causar dano ao meu companheiro de profissão ou qualquer maldade.”
Gabriel foi oficialmente denunciado com base no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de “jogada violenta”. Embora o artigo normalmente preveja uma faixa determinada de partidas, a acusação argumentou com sucesso por uma ampliação com base em um dispositivo específico que permite que a suspensão do infrator corresponda ao tempo de recuperação do jogador lesionado em casos de trauma físico grave.










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