Vinte anos depois, relembre três momentos da inédita conquista do Inter na Libertadores


Fernando Gomes / Agencia RBS
Os jogadores campeões da América.

Às 23h53min de 16 de gosto de 2016, o Inter entrou em um novo patamar em sua história ao se tornar campeão da Libertadores. Em um Beira-Rio inflado de esperança, o time de Abel Braga empatou em 2 a 2 com o São Paulo. 

Para celebrar os 20 anos desta conquista história, Zero Hora apresenta três momentos marcantes daquela campanha. Confira.

Virada sobre o Pumas

Foi o primeiro grande sinal de força do time. O Inter já tinha vencido o Nacional por 3 a 0 em casa, mas a vitória sobre o Pumas foi um marco ainda mais emblemático da campanha.

Fugir de viagens longas na Libertadores sempre é bem-vindo. O Inter não teve tal sorte. Atravessou as Américas para enfrentar o Pumas, no México. O desgaste de sair do sul para o norte foi recompensado.

Não foi apenas uma vitória em terras astecas. Foi o modo como ela foi conquistadas pelo time de Abel Braga. Em um erro de Ceará nos minutos finais do primeiro tempo, os mexicanos fizeram 1 a 0 com López. Na etapa final, a reação, o empate e a virada.

O jogo também marcou o surgimento de um novo personagem naquele 2006. Renteria igualou o placar ao aproveitar rebote do goleiro. 

Ele também participou da virada. O colombiano arrancou pela direita e alçou a bola para Fernandão. O camisa 9 completou para estabelecer a virada.

Vitória sobre o São Paulo no Morumbi

Mauro Vieira / Agencia RBS
Sobis teve noite mágica no Morumbi.

Uma partida-chave na campanha e na história colorada. A partida no Morumbi colocou Rafael Sóbis na história colorada. Até então, ele tinha marcado apenas uma vez, contra a LDU.  Contra o São Paulo, a noite foi toda dele no 2 a 1 colorado.

A partida ganhou contornos vermelhos no segundo tempo. Da linha da grande área, o atacante chutou para vencer Rogério Ceni e deixar o Inter em vantagem.

O menino de Erechim, cara de gaúcho, pinta de gaúcho, roupa de gaúcho também marcou o segundo. Desta vez, ele aproveitou rebote da cabeçada de Tinga na trave. 

A partida do título

Fernando Gomes / Agencia RBS
Fernandão ergue a taça.

16 de agosto de 2006. O Inter conquistou a América pela primeira vez. Falhas, gols históricos e drama roteirizaram a partida disputada no Beira-Rio. Com um a menos nos minutos finais, o Inter empatou em 2 a 2 e se sagrou campeão da Libertadores.

Não parecia que seria sofrido porque com menos de 30 minutos de jogos estava 1 a 0 para o Inter. Após Fernandão se aproveitar erro de Ceni.

Fabão empatou no começo da etapa final. Tinga, de cabeça, colocou o Inter na frente outra vez. Faltam 24 minutos para o fim do jogo.

Na euforia, Tinga tirou a camisa, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um a menos, o Inter não evitou o gol de Lenílson, mas segurou o 2 a 2 e levou a nação colorada ao delírio.

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