Como foi o jogo
Presença no campo de ataque. Com o apoio da torcida, o Vasco iniciou o jogo tendo mais a bola e tendo boa presença no campo de ataque, rondando o gol defendido por Gastón Olveira. Em alguns lances esbarrou na forte marcação do Olimpia, que tentava povoar a intermediária para diminuir espaços, mas, em outras oportunidades, a equipe cruz-maltina errou na tomada de decisão para finalizar a jogada.
Movimentação ofensiva. O time de Pedro Emanuel passou a pressionar com uma linha mais alta de marcação, ditar o ritmo do duelo e a apostar na movimentação dos jogadores da frente na busca por maior espaço. O Olimpia, por outro lado, adotava uma estratégia de atrair o Vasco para sair nos contra-ataques. O time paraguaio até recuperou a bola e conseguiu avançar rapidamente em direção ao gol de Leo Jardim, mas não conseguiu encaixar boas tramas.

Reclamação. A torcida vascaína reclamou bastante da arbitragem, principalmente em lances que considerou que o Olimpia “fazia cera”, como na demora para bater o tiro de meta ou quando um jogador ficava no chão por um longo tempo.
Cenário similar. O segundo tempo mostrou um cenário bem parecido ao visto antes do intervalo: um Vasco que tinha mais a bola, empurrava o Olimpia e criava chances, mas não conseguia balançar a rede. Os lances desperdiçados aumentaram a ansiedade na arquibancada. Pedro Emanuel tentou dar mais gás e criar um “fator novo” com as entradas de Hinestroza e Spinelli, mas as jogadas passaram a ser, na maioria das vezes, bolas alçadas na área.











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