A controladora da Kraken, Payward, junta-se ao Project Glasswing da Anthropic e adota Claude Mythos 5 para segurança


A IA também está surgindo como uma ameaça crescente para as empresas de criptomoedas, fornecendo aos atacantes ferramentas para encontrar vulnerabilidades mais rapidamente, automatizar ataques e tornar as campanhas de phishing e engenharia social mais convincentes. Isso eleva as apostas para um setor que já é um alvo frequente de hackers, ao mesmo tempo em que alimenta uma corrida para implementar a mesma tecnologia no lado defensivo.

Claude Mythos 5 é o modelo mais avançado da Anthropic para cibersegurança defensiva, projetado para analisar código em larga escala, identificar vulnerabilidades e auxiliar desenvolvedores na correção delas. O acesso foi inicialmente limitado a organizações que operam ou defendem infraestruturas críticas, enquanto a Anthropic desenvolve salvaguardas para um lançamento mais amplo.

A Payward argumentou que as plataformas de cripto enfrentam desafios de segurança semelhantes aos de outras infraestruturas financeiras críticas. Exchanges, sistemas de custódia e sistemas de liquidação operam 24 horas por dia e podem representar alvos lucrativos para atacantes.

“A segurança sempre foi um jogo desigual. Um atacante precisa encontrar uma falha. Um defensor tem que encontrar todas elas, primeiro, todos os dias,” disse Arjun Sethi, co-CEO da Payward, no comunicado. “Frontier AI é a primeira coisa que inverte essa assimetria.”

A Anthropic declarou que planeja ampliar o acesso às capacidades de segurança cibernética da classe Mythos enquanto desenvolve salvaguardas para um uso mais amplo.



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