O regulador rejeitou a defesa, afirmando que o operador da Polymarket ainda administra a criação de mercado e as regras de negociação, ao mesmo tempo em que fornece sistemas de depósito, retirada e liquidação em criptomoedas, além de cobrar taxas.
A comissão iniciou a revisão da plataforma em julho após solicitações da Agência Nacional de Polícia e da Comissão Nacional de Controle de Jogos. A polícia abriu separadamente uma investigação sobre usuários locais da Polymarket suspeitos de jogos ilegais, acrescentam mídias locais.
A Coreia do Sul junta-se a um grupo crescente de países que restringem a plataforma. A França ordenou aos provedores de serviços de internet do país que bloquear o acesso ao site, seguindo os passos de várias outras jurisdições.
Estes incluem Espanha, Indonésia, Argentina e Ucrânia, onde Dmitry Nikolaievskyi, diretor jurídico do Escritório do Projeto para o Desenvolvimento da Economia Digital da Ucrânia no Ministério da Transformação Digital, disse à CoinDesk que não é uma forma legal para que ele retorne.
A Polymarket atualmente lista 39 países como totalmente restritos de acessar a plataforma, mas a Coreia do Sul não é mencionada na lista.








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