Além do Itaú, alguns dos outros bancos participantes são HSBC, Citi, BNP Paribas, UBS, Wells Fargo e Standard Chartered, entre outros.
É o primeiro caso de uso do projeto, anunciado pelo Swift no ano passado. Depois dessa fase inicial, segundo a empresa, a blockchain será disponibilizado gradualmente a outros participantes.
Mais um movimento
Esse foi mais um movimento de aproximação entre o mercado financeiro tradicional e o mercado cripto. No fim de junho, vários bancos – entre eles Itaú, Bradesco e mais de 100 instituições globais – se uniram para criar uma stablecoin em dólar, chamada Open USD.
As stablecoins e a tokenização vêm ganhando popularidade em vários países, acompanhando o avanço das regulamentações.
No Brasil, por exemplo, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) colocou a tokenização como um dos principais pontos da agenda regulatória e sinalizou a realização de uma consulta pública sobre o tema ainda neste ano.
Veja as cotações das principais criptomoedas às 6h55.
Bitcoin (BTC): +2,20%, US$ 64.370,89
Ethereum (ETH): +2,54%, US$ 1.792,97
BNB (BNB): +1,03%, US$ 576,51
XRP (XRP): +2,19%, US$ 1,11
Solana (SOL): +1,77%, US$ 79,27
Outros destaques do mercado cripto
Milhões de investidores cripto no Brasil. Só no ano passado, os brasileiros declararam R$ 506 bilhões em criptomoedas à Receita Federal – e 80% desse volume veio das stablecoins, segundo dados compilados pela consultoria Fintrender. Outro número que chama atenção é o avanço da base de investidores: foram 4,6 milhões de pessoas com cripto declarada em dezembro de 2025, ante apenas 134 mil em agosto de 2019. Ou seja: em pouco mais de seis anos, o total multiplicou por 34 vezes.
Ripple e as startups brazucas. A Ripple, empresa por trás da XRP – uma das maiores criptomoedas do mercado -, decidiu trazer ao Brasil o University Digital Asset Xcelerator (UDAX), programa de aceleração voltado a startups que desenvolvem soluções na XRP Ledger, a blockchain da companhia. A iniciativa tem parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV) e oferece mentorias, conexões com investidores e suporte técnico para os participantes.
O tombo da pirâmide. Vez ou outra, algum grupo monta uma pirâmide financeira no Brasil se passando por corretora cripto. Em Santa Catarina, por exemplo, criminosos criaram uma empresa que prometia retornos de até 30% ao mês com investimentos em cripto – algo impossível de sustentar no longo prazo. O esquema movimentou cerca de R$ 200 milhões de 10 mil investidores antes de ruir. A Justiça condenou os envolvidos a penas que chegam a 22 anos de prisão. Agora, o Ministério Público Federal quer aumentar as punições.











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