Quem ainda é leigo no universo das
criptomoedas pode achar que tudo se resume ao
Bitcoin (BTC), a moeda virtual mais valiosa do mundo. Contudo, o mercado das moedas virtuais que geram renda recorrente aos seus poupadores vem chamando a atenção do mercado tradicional, tanto que o
Sky Dollar (USDS) foi destaque em relatório do BTG Pactual publicado em agosto de 2026.
Vale explicar que o
Sky Dollar (USDS) é a nova stablecoin descentralizada do Sky Ecosystems, empresa entusiasta das finanças descentralizadas, que também possui o seu próprio token nativo, o
Sky (SKY), que ostenta valor de mercado de US$ 1,25 bilhão e figura entre os 50 maiores criptoativos da atualidade.
No caso, o
Sky Dollar (USDS) surgiu como o sucessor atualizado da então famosa stablecoin Maker DAO (DAI). O token tem uma paridade de 1 por 1 com o
dólar americano, semelhante ao que ocorre com
Tether (USDT) e
USDC Coin (USDC), mas com o diferencial de não depender de dinheiro físico depositado em contas bancárias tradicionais.
Logo, o
Sky Dollar (USDS) funciona puramente como uma espécie de
dólar digital descentralizado e colateralizado por contratos inteligentes, bem nos moldes mais libertários que o próprio
Bitcoin (BTC) carrega em sua essência de não depender do crivo de bancos centrais.
Para os analistas de criptoativos Matheus Parizotto e Vinícius Bitelo, do BTG Pactual, o token
Sky (SKY) vem mostrando crescimento consistente, combinando a stablecoin
Sky Dollar (USDS), protocolo de empréstimo e distribuição de rendimento on-chain.
“Hoje, o protocolo soma US$ 4,5 bilhões em finanças descentralizadas, com 13,4% de participação de mercado, reforçando sua posição entre os principais players. Com o
Sky Dollar (USDS) ganhando confiança, a Sky Ecosystems reduziu o seu pagamento de juros e manteve os depósitos em alta, evidenciando poder de precificação e maior capacidade de capturar spread”, comentam os especialistas em relatório.
Criptomoedas que pagam rendimentos
O BTG Pactual atesta que a rentabilidade proveniente das criptomoedas que pagam rendimentos aos poupadores também acompanha essa expansão. Só a receita do protocolo Sky cresce a um CAGR (Taxa de Crescimento Anual Composta) de 72% desde o lançamento do ativo, reforçando a tese fundamental.
Até 2030, o banco projeta um movimento altista com o caso base chegando a +263% se a Sky negociar a um múltiplo de 10 vezes o seu lucro.
“Em síntese, o mercado de criptoativos ainda segue dependente de fluxos de dinheiro, mas moedas virtuais com receita, captura de valor e fundamentos sólidos, como Sky, seguem ganhando relevância em uma eventual recuperação”, conclui a dupla de especialistas.
Os rendimentos do
Sky Dollar (USDS) no ecossistema do token
Sky (SKY) podem apresentar juros compostos entre 3,50% e 4,00% ao ano, na modalidade em que o detentor da stablecoin prefere manter a sua liquidez diária. Quando há o aval para travar o patrimônio por determinado período, os juros compostos beiram 5,30% ao ano.
A rentabilidade é sustentável e totalmente aditável em rede blockchain, sendo que a receita que financia os juros compostos vem de duas fontes principais do ecossistema Sky: juros pagos por pessoas e empresas que pegam empréstimos deixando criptomoedas como garantia e rendimentos de juros reais com títulos do governo dos EUA de curto prazo, a partir das reservas do protocolo.
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