A La Liga não aplicará a “Lei Vini Jr.” para inibir casos de racismo na nova temporada do Campeonato Espanhol. Segundo o Marca, o CTA (Comitê Técnico de Árbitros) decidiu não punir jogadores que conversem com a mão sobre a boca para tapar um possível insulto.
— Para nós, tapar a boca não será cartão vermelho. Não sabemos o que pode ser dito e nos parece injusto e excessivo — disse a entidade, que optou por rejeitar a “Lei Vini Jr.”.
A IFAB (Associação Internacional de Futebol) permite que cada competição eleja se a “Lei Vini Jr.” será aplicada ou não. No Brasileirão, por exemplo, essa norma entra em vigência a partir da 23ª rodada do torneio.
No entanto, a La Liga decidiu acatar algumas leis que foram observadas na Copa do Mundo de 2026 para ampliar o tempo de bola rolando em um jogo. Caso um atleta que está para ser substituído demore mais do que 10 segundos para deixar o campo, o jogador que entraria no lugar do companheiro permanecerá um minuto na beira do gramado antes de entrar definitivamente na partida.
Quando um jogador cair no campo e o árbitro entender que existe a possibilidade de o atleta estar fazendo cera, ele deverá sair do gramado e ficar na beira do gramado durante um minuto. Caso o goleiro esteja caído no gramado, o treinador escolherá qual peça cumprirá a punição e ficará um minuto de bola rolando do lado de fora.










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