A CTA não exercerá a opção prevista nas recentes alterações das Regras do Jogo de considerar essa conduta, por si só, como uma infração passível de expulsão. No entanto, o CTA ressalta que cobrir a boca deliberadamente com o objetivo de ocultar uma comunicação pode ser considerado conduta antidesportiva, passível de cartão amarelo, apenas em casos de confronto e reações CTA, em nota
Os atletas poderão ser punidos com suspensões apenas se houver comprovação de ofensas ou ações consideradas abusivas. Isso será julgado pelos órgãos competentes.
A “Lei Vini Jr” foi aprovada pela IFAB, entidade que define as regras do futebol, antes da Copa do Mundo. Ela foi batizada assim por causa do episódio onde o brasileiro acusou Prestianni, do Benfica, de proferir ofensas racistas em uma discussão durante partida pela Champions League.
A adesão à regra em seus campeonatos depende de cada confederação. No Brasil, por exemplo, a “lei Vini Jr” foi aprovada e entrou em vigor após reunião entre a CBF e os clubes.
O atacante brasileiro luta constantemente contra o racismo na Espanha. Episódios racistas já aconteceram em jogos contra Atlético de Madri, Mallorca e Valencia, por exemplo.
Dois jogadores foram expulsos na Copa por causa da nova regra. Almirón, do Paraguai, tapou a boca ao discutir com um turco. Hincapié, do Equador levou o vermelho ao cobrir a região ao discutir com Santi Giménez, do México.








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