Argentina e o Messi são como Darth Vader: eu amo de paixão, mas não torço por eles
Mauro Beting conta como foi a experiência de ‘torcer contra’ a Argentina. Crédito: Estadão
A final da Copa do Mundo 2026 entre Espanha e Argentina, em Nova Jersey, destaca a LaLiga como a liga com mais jogadores, 24 dos 52 convocados. A Premier League segue com 13 atletas. O Atlético de Madrid lidera com nove jogadores na final, reforçando seu papel na formação de talentos. Desde as semifinais, a LaLiga se destacou com 16 titulares e prêmios de MVP. O domínio espanhol é evidente, com jogadores decisivos e presença marcante em momentos críticos do torneio.
A LaLiga é o campeonato com o maior número de representantes entre os jogadores de Espanha e Argentina, que decidem a final da Copa do Mundo 2026, no domingo, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Entre 52 convocados das duas seleções, 24 jogam atualmente em clubes do futebol espanhol, número que representa 46% do total.
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A Premier League (Inglaterra) aparece em segundo lugar, com 13 jogadores, enquanto a Ligue 1 (França) conta com 5 representantes. Em seguida vêm Serie A (Itália), Bundesliga (Alemanha), MLS (Estados Unidos) e Liga Profissional Argentina, com 2 atletas cada, além da Primeira Liga de Portugal e do Brasileirão, com um representante cada.

Lamine Yamal, destaque da Espanha, é revelado pelo Barcelona. Foto: David Ramos / Getty Images via AFP
A LaLiga e a Premier League dividiram o protagonismo como as ligas com maior número de jogadores nas semifinais da Copa. Com as classificações de Espanha e Argentina para a final, porém, o campeonato espanhol abriu vantagem e passou a liderar com folga esse ranking.
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Ainda nas semifinais, 16 dos 44 jogadores titulares de Espanha, Argentina, França e Inglaterra atuavam em clubes da LaLiga. O protagonismo foi além da presença em campo. Dos cinco gols marcados nas semis, dois foram anotados por atletas do campeonato espanhol.
Até o fim das quartas de final, todos os prêmios de melhor jogador (MVP) da fase ficaram com atletas da liga espanhola: Mbappé, Lamine Yamal, Bellingham e Julián Álvarez. O domínio reforça a influência da competição espanhola nos momentos decisivos da Copa.
O Atlético de Madrid voltará a ser o clube com mais representantes na final da Copa do Mundo pela terceira edição consecutiva. Depois de liderar a lista em 2018, na decisão entre França e Croácia, e repetir o feito em 2022, na final entre Argentina e França, o time espanhol chega novamente ao topo em 2026, agora com nove jogadores nas seleções finalistas.

Júlian Álvarez, atacante da Argentina, é um dos nove jogadores do Atlético de Madrid que estarão na final contra a Espanha. Foto: Paul Ellis/ AFP
Na Copa da Rússia, em 2018, o Atlético contou com quatro atletas na decisão: o croata Šime Vrsaljko e os franceses Antoine Griezmann, Lucas Hernández e Thomas Lemar. Quatro anos depois, no Catar, repetiu o número de representantes, com Griezmann defendendo a França e Rodrigo De Paul, Nahuel Molina e Ángel Correa pela Argentina.
Já na final de 2026, entre Espanha e Argentina, o clube madrilenho terá nove jogadores em campo: os espanhóis Marcos Llorente, Marc Pubill, Álex Baena e Alejandro Grimaldo, além dos argentinos Juan Musso, Giuliano Simeone, Nahuel Molina, Julián Álvarez e Thiago Almada. O número reforça o protagonismo do Atlético de Madrid na formação de atletas capazes de chegar à principal decisão do futebol mundial.











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