Falando na quarta-feira, o dirigente de 52 anos não conteve as emoções ao comentar a direção tomada pela entidade que rege o futebol. “Tenho vergonha de sequer discutirmos esse tipo de ideia no futebol. O futebol não nos pertence”, afirmou Eberl, em declaração reproduzida pela Sky Sport. “Tenho a sensação de que a Fifa existe apenas para gerar lucro. Isso me enoja.”
O atrito entre a Fifa e os agentes europeus chegou a um ponto tão crítico que os relatos sobre um boicote à Copa do Mundo por parte de países-membros da Uefa começam a ganhar força. Eberl, que ocupa um cargo de enorme influência na Allianz Arena, indicou que apoiaria totalmente uma posição europeia unificada contra o modelo de investimento de Infantino. “Então eu realmente seria a favor de nós, como Europa, adotarmos uma posição firme e dizermos: Não, não vamos participar”, acrescentou.










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