Diante de onda direitista na América Latina, investidores chineses refazem cálculos sobre o Brasil


De olho nos possíveis cenários pós-eleitorais, eles têm acompanhado o noticiário brasileiro “com lupa”, diz o empresário, pedindo para não ser identificado. Algo semelhante ocorreu na disputa presidencial de 2022, só que no sentido oposto. Na época, a torcida dos chineses era por mudança, devido às diferenças com Jair Bolsonaro. Agora, o consenso em Pequim é de que a continuidade é boa não só para os negócios, mas vital para os interesses estratégicos do país numa região que os EUA voltaram a ver como o seu quintal.



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