A noite desta quarta-feira (dia 12) foi de celebração no Copacabana Palace, na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde cerca de 500 pessoas, entre representantes e funcionários de diversas empresas, se reuniram para a 23ª edição do Great Place to Work América Latina, que reconhece as melhores companhias para trabalhar na região. Esta foi a segunda vez que a premiação foi realizada no Brasil e a primeira no Rio de Janeiro — em 2018, a cerimônia aconteceu em São Paulo.
Ao todo, 200 empresas foram premiadas, sendo cem na categoria de pequenas e médias e outras cem no rol de grandes companhias. O Brasil se destacou no ranking: do total de organizações premiadas, 64 têm atuação no país.
— Essa premiação é um importante momento para motivar as organizações que estão sediadas aqui a olharem para essa temática de gestão de pessoas, que é fundamental para o desenvolvimento da própria região. E a gente tem muito orgulho de ver a representatividade das empresas brasileiras. O Brasil é o país com o maior número de organizações nesse ranking hoje — afirmou Tatiane Tiemi, CEO do Great Place to Work Brasil.
Na comparação com 2025, 96 empresas estrearam na edição deste ano, enquanto 104 repetiram o feito do ano anterior. Entre essas já veteranas, 44% melhoraram suas posições. O CEO global do GPTW, Michael C. Bush, que marcou presença na premiação, destacou que essa evolução é motivo de celebração.
— Queremos que todos os lugares sejam excelentes ambientes de trabalho, pois acreditamos que é isso que todo trabalhador merece. E, quando entregamos prêmios, isso inspira as empresas a melhorarem — disse. — Quarenta e seis (das 200 empresas) melhoraram suas pontuações em relação ao ano passado. No restante do mundo, a maioria das pontuações caiu um pouco. Então, elas estão realmente crescendo e melhorando.











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