Angola – Os cidadãos angolanos que pretendam tratar o Bilhete de Identidade (BI) ao domicílio vão ter de pagar 250 mil kwanzas (239,28 euros), enquanto a entrega do documento em casa vai passar a custar 10 mil kwanzas (9,57 euros). O novo serviço, anunciado pelo Governo, vai ser alargado gradualmente a todas as províncias até ao final do ano.
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Em Angola, a emissão do Bilhete de Identidade (BI) ao domicílio passou a custar 239,28 euros, o equivalente a 250 mil kwanzas. Já a entrega do documento em casa ficou fixada em 9,57 euros, cerca de 10 mil kwanzas. As novas taxas, introduzidas no âmbito da modernização dos serviços de identificação civil, foram anunciadas esta terça-feira, 28 de Julho, pelo ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Marcy Lopes, que garantiu que o objectivo é expandir o serviço a todas as províncias do país.
O novo serviço de tratamento e entrega do Bilhete de Identidade ao domicílio foi lançado esta terça-feira e integra a estratégia de modernização dos serviços públicos de identificação civil.
Segundo Marcy Lopes, quem optar por tratar o documento em casa terá de pagar 250 mil kwanzas (239,28 euros), enquanto a entrega ao domicílio custará 10 mil kwanzas (9,57 euros). O governante explicou que o processo será feito através de uma aplicação móvel, onde o cidadão introduz o número do processo, associa o número de telefone e efectua o pagamento da taxa de entrega. “Vai poder receber o seu Bilhete de Identidade no local que indicar. Há também uma taxa para o tratamento do Bilhete de Identidade em casa de 250 mil kwanzas”, afirmou.
O ministro adiantou ainda que o Governo pretende implementar o projecto em todas as províncias até ao final deste ano, no âmbito da massificação do Bilhete de Identidade. Para isso, o Ministério estabeleceu uma parceria com uma empresa responsável pela logística de distribuição dos documentos.
Segundo explicou, as estafetas terão acesso, através de uma aplicação, aos contactos dos requerentes para procederem à entrega no endereço indicado. “Já fizemos o projecto-piloto em Luanda e, nas próximas semanas, vamos implementá-lo nas províncias mais próximas de Luanda, estendendo-o posteriormente às províncias do Leste”, garantiu Marcy Lopes.
De acordo com o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, a iniciativa pretende tornar os serviços de identificação civil mais acessíveis, cómodos e próximos dos cidadãos, reforçando o processo de modernização da administração pública.









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