O resultado reforça o quadro de desinflação gradual, mas ainda distante da meta de 2%. A queda do índice cheio partiu principalmente da energia, enquanto boa parte dos itens do núcleo, sobretudo em serviços, ainda subiu no mês. Isso é consistente com uma leitura de mercado que projeta alta de juros não em setembro, mas para outubro. Vitor Kayo, economista sênior da Nomad
Europa
Bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta quarta-feira. Investidores seguem influenciados pela incerteza sobre o fornecimento de petróleo na economia global em meio ao impasse nas negociações para a reabertura do Estreito de Hormuz. Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,10%, a 10.833,15 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,17%, a 26.346,29 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,46%, a 8.674,94 pontos. Em Milão, o FTSE MIB teve baixa de 0,01%, a 53.698,66 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,04%, a 20.205,16 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,68%, a 9.273,84 pontos
Ásia
Bolsa de Seul puxou o avanço na Ásia, com forte alta do índice Kospi. O indicador subiu 3,68%, para 6.579,04 pontos, impulsionado novamente por ações de semicondutores.
Gigantes de chips concentraram o movimento em Seul e deram sustentação ao índice. Samsung Electronics e SK Hynix, que juntas respondem por mais de 50% da capitalização do Kospi, avançaram 6,7% e 5,5%, respectivamente.










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