— A China quer coordenar regras, definir padrões técnicos, estar à frente no controle da infraestrutura — afirmou Krause, lembrando que a Waico será baseada em Xangai, e a China poderá “controlar a agenda” da organização. — O Brasil deveria voltar a sua melhor tradição de coautor de uma ordem multilateral baseada em regras, que hoje é representada, infelizmente, não mais pelos EUA, mas pela maioria dos europeus, Canadá, Austrália e Japão.











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