Ana Maria Lopes nomeada diretora-geral da Microsoft Portugal – Observador


A Microsoft nomeou Ana Maria Lopes diretora-geral da operação em Portugal, cargo que assumirá a 1 de setembro, sucedendo a Andrés Ortolá, que liderou a empresa no país entre 2022 e julho deste ano.

A nomeação ocorre no novo ano fiscal da Microsoft, iniciado a 1 de julho, passando a subsidiária “a contar com uma estrutura de liderança dedicada ao mercado nacional, mantendo uma estreita articulação e colaboração com a Microsoft South Europe”, informa a tecnológica em comunicado.

Ana Maria Lopes vai reportar diretamente a Charles Calestroupat, presidente da Microsoft South Europe, e terá como responsabilidades a definição da estratégia da empresa em Portugal, o reforço da colaboração com clientes, parceiros e entidades públicas e privadas e a promoção da adoção responsável da inteligência artificial.

A nova diretora-geral terá também como missão apoiar a transformação digital das organizações portuguesas.

Com uma carreira de vários anos na Microsoft, Ana Maria Lopes liderava anteriormente a área de Modernization and Third-Party Sales Solutions para a região EMEA, apoiando organizações na modernização das plataformas tecnológicas e na aceleração da inovação.

Ao longo do percurso na empresa, desempenhou funções de liderança global na estratégia de vendas de soluções de modernização de dados, na modernização de soluções Oracle para Microsoft Azure e na área de Data & AI da Europa Ocidental.

Licenciada em Engenharia Química pelo Instituto Superior Técnico, Ana Maria Lopes torna-se a terceira mulher a liderar a operação da Microsoft em Portugal.

“É uma enorme honra assumir a liderança da Microsoft Portugal e abraçar esta nova responsabilidade”, afirmou Ana Maria Lopes, citada no comunicado.

A responsável considerou que a inteligência artificial está a criar “oportunidades sem precedentes” para organizações e pessoas e defendeu a necessidade de acelerar a sua adoção para reforçar a competitividade de Portugal e o impacto na economia e na sociedade.

“Em conjunto com os nossos clientes, parceiros, Governo, academia e restante ecossistema, podemos acelerar a adoção da IA, reforçar a competitividade do país e gerar um impacto duradouro na economia e na sociedade portuguesas”, afirmou.

A Microsoft Portugal refere que o seu ecossistema representa cerca de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.





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