O grande assunto do pré-jogo é o centroavante Haaland. Os números dele pela Noruega são impressionantes: são 60 gols em 53 partidas. A primeira missão do Brasil será tentar parar um atacante que parece imparável. A boa notícia é que os nossos zagueiros já estão acostumados a enfrentá-lo nas ligas nacionais dos clubes pelos quais atuam. É verdade que o retrospecto individual não é favorável, mas precisamos lembrar que a Noruega não é o Manchester City.
Além de Haaland, os noruegueses contam com Odegaard e Nusa, formando um trio de ataque criativo e muito eficiente. Por outro lado, a qualidade da equipe não se repete do meio para trás. A defesa da Noruega é lenta, frágil e chega às oitavas de final com oito gols sofridos na Copa.
É justamente aí que o Brasil pode construir sua vantagem. Se a nossa Seleção precisa neutralizar um dos principais atacantes do futebol mundial, a deles também.
Vini Jr., nosso jogador mais perigoso, reúne exatamente as características que mais incomodam essa linha defensiva: explosão, drible e agilidade. Ao lado dele, Rayan e Luiz Henrique têm o mesmo estilo de jogo, além de Matheus Cunha, que oferece mobilidade e ataca os espaços vazios.
Portanto, conter Haaland e explorar as fragilidades da defesa rival são dois desafios bem definidos para o duelo. Se o Brasil conseguir equilibrar esses objetivos, aumentará muito as chances de seguir vivo na busca pelo hexa.
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