Saídas de Marco Silva, Ruben Amorim e Vítor Pereira deixam Inglaterra sem representação lusa no banco, já Nuno Espírito Santo continua no Championship
A Premier League vai arrancar a temporada 2026/27 sem qualquer treinador português, cenário que não se verificava desde 2010/11. Depois de 15 épocas consecutivas com, pelo menos, um técnico luso no principal escalão inglês, a sequência chega agora ao fim.
A ausência resulta das várias mudanças ocorridas neste defeso. Marco Silva deixou o Fulham para assumir o Benfica, Ruben Amorim saiu do Manchester United a meio da última temporada e rumou ao Milan, enquanto Vítor Pereira foi dispensado pelo Nottingham Forest a escassos minutos de acionar a renovação automática do contrato. Já Nuno Espírito Santo acompanhará o West Ham, depois da despromoção dos londrinos ao Championship.
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— Premier League (@premierleague) July 13, 2026
A forte presença portuguesa em Inglaterra começou em 2004/05, quando José Mourinho chegou ao Chelsea e conquistou de imediato a Premier League, repetindo o feito na época seguinte. O treinador voltaria a sagrar-se campeão em 2014/15 e abriu portas a uma geração de técnicos que consolidou a reputação da escola portuguesa em Inglaterra.
Depois de um interregno entre 2008/09 e 2010/11, André Villas-Boas devolveu Portugal à Premier League ao assumir o Chelsea em 2011/12. Desde então, passaram ainda pelos bancos ingleses nomes como Marco Silva, Nuno Espírito Santo, Carlos Carvalhal, Bruno Lage, Ruben Amorim e Vítor Pereira.
Desde 2011/12, a liga inglesa contou sempre com pelo menos um treinador português, chegando mesmo a ter quatro em simultâneo nas temporadas de 2024/25 e 2025/26. Essa série histórica termina agora, deixando a Premier League sem representação lusa nos bancos pela primeira vez em mais de década e meia.











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