Seguir a seleção nacional e, eventualmente, poder ver Portugal conquistar um Campeonato do Mundo de futebol não tem preço. Esse é o pensamento de Pedro, Alex e Ricardo, três portugueses que estão em Houston para ver o jogo com o Uzbequistão, mas não só. Têm bilhetes para os jogos até à final e fazem as contas às viagens que podem ter de fazer, consoante o caminho que a seleção nacional vai traçar nesta competição. Gastaram milhares de euros, hipotecaram umas boas férias com “uma mulher um bocado chateada” e houve um deles que até abandonou o trabalho só para ingressar nesta aventura, apesar de já ter encontrado um novo emprego.
“O futebol e a seleção são as paixões da nossa vida. Estava numa conjugação de situações e acabei por me despedir. Quando voltar, terei outro emprego, obviamente, mas, até lá, irei seguir a seleção até irmos à final”, afirma Pedro aos microfones da TSF.
Estes três portugueses fizeram as malas para passarem um mês nos Estados Unidos e já têm bilhetes para os jogos de Portugal até à final. “Comprámos bilhetes até à final, condicionados, ou seja, só contam se Portugal passar. Temos a logística até Miami e, a partir de Miami, é ver onde Portugal fica. Depois, é alugar carro, ou ir de avião, e marcar hotéis.”
A viagem, admitem, saiu um bocadinho cara: “O país é caro, as viagens são caras, os bilhetes também não são baratos.”
Questionados pela TSF sobre como conseguiram planear uma viagem, podendo haver três caminhos completamente diferentes, os portugueses respondem: “Só deu para planear mesmo até Miami. Depois, obviamente, não estamos a contar com o terceiro lugar, nem estávamos a contar com o segundo, na realidade, mas, depois deste primeiro resultado, a situação complicou-se um bocadinho. Temos mais ou menos uma noção do que queremos fazer, especialmente para o primeiro lugar, mas não dá para planear de outra maneira. É ir vendo os jogos, para onde temos de ir, o que temos de marcar e, no fim, logo se fazem as contas.”










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