Giordano, para Maradona, “o italiano mais forte com quem jogou”: “As pistolas na Lazio? Só eu e Pulici não tínhamos”


A Lazio de Maestrelli e Chinaglia

“Ele percebeu que eu tinha qualidades até então desconhecidas por mim mesmo. Eu era um atacante, claro, hoje se diria um falso nove, gostava de me movimentar, imitava Cruijff, mas quando Chinaglia foi para os Estados Unidos, pegou a 9 e a entregou para mim. Marquei logo, em Florença, na segunda rodada do campeonato, e a partir daquele momento virei um centroavante. Aquela Lazio era um grupo com personalidades malucas, em campo e no banco, que no treino saía na pancada e no domingo, magicamente, lutava”.

As pistolas

“Acho que, a certa altura, só eu e Felice Pulici não tínhamos uma. Num domingo, jogávamos em Ascoli Piceno, estávamos concentrados em Colle San Marco, saímos e, numa área mais aberta, havia a carcaça de um carro largada ali. Alguns desceram, fizeram uma espécie de competição de precisão e depois fomos jogar”.



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