Juventus a uma semana da estreia: o que funciona e o que não funciona, entre campo e mercado


A lista de coisas que não funcionam no mercado é longa. Antes de tudo, há a questão do goleiro, que vem assumindo contornos surreais. Depois de flertar com as ideias Alisson, Svilar e Dibu Martinez, e mantendo sempre Vicario como alternativa, a Juventus de repente mudou o foco para Suzuki, negócio que em certo momento se complicou até melar. Nas últimas horas, os rumores falam de um retorno por Martinez, mas o fato é que em 16 de agosto, a uma semana da primeira rodada do campeonato, a Juventus ainda não tem um novo goleiro titular. E pensar que essa teria sido a primeira coisa em que vocês colocariam a mão no mercado.

Além disso, ainda falta um armador no meio-campo e, ao que parece, a Juventus pode acabar recorrendo à tentativa de reciclagem de Douglas Luiz. E ainda falta o substituto de Vlahovic, que não é Kolo Muani. O francês é um bom atacante e é uma boa contratação, mas gosta de circular por toda a frente de ataque, não é um centroavante de área.

Por fim, há o capítulo dos excedentes: resolvido Openda, no elenco da Juventus ainda há uma longa série de jogadores dos quais o clube gostaria de abrir mão, mas que, por problemas diferentes (valor do passe alto demais, salário alto demais, falta de interessados), correm o risco de ter difícil colocação: Di Gregorio, Rugani, Kooomeiners, Arthur, Milik, Zhegrova e David.



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