Assim, os jogadores que tapem a boca durante confrontos com adversários não serão expulsos nos jogos organizados pela UEFA. A posição do organismo presidido por Aleksander Ceferin foi de forte oposição durante as negociações para a regulamentação desta norma, argumentando que a mesma atentava contra a liberdade de expressão dos futebolistas.
Recorde-se que a polémica em torno dos jogadores que cobrem a boca ganhou notoriedade em fevereiro, durante um jogo da Liga dos Campeões, quando o extremo do Benfica, Gianluca Prestianni, tapou a boca enquanto falava com Vinícius. O incidente levou a que o tema fosse discutido na assembleia do International Board (IFAB), resultando na criação de uma lei por parte da IFAB e da FIFA que prevê a expulsão para este tipo de comportamento.
Apesar da sua implementação no Mundial, onde já resultou em expulsões, a regra não será vista nas competições europeias de clubes. No Campeonato do Mundo, o paraguaio Miguel Almirón foi o primeiro jogador a ser expulso por este motivo, no jogo da fase de grupos contra a Turquia. Mais tarde, o defesa do Arsenal, Piero Hincapié, também viu o cartão vermelho na eliminação do Equador frente ao México.











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