Na conversa, Paulo Massini foi na direção oposta ao tratar do favoritismo. Para ele, a Argentina chega em vantagem por carregar o título anterior e por ter Messi como referência, mesmo sem uma campanha “de catálogo”.
Tem favorito, sim. Favorito é a Argentina. A Argentina é atual campeã. A Argentina tem Messi. A Argentina, mesmo não tendo feito uma Copa, vamos dizer assim, de catálogo, ela se superou em vários momentos. Quando você chega com a cabeça sabendo que para te derrotar não vai ser fácil, faz uma diferença.
Paulo Massini
Quando a discussão voltou ao “merecimento”, Massini disse que a escolha não era simples porque via, de um lado, uma Argentina “dramática”, com viradas e um time “jogando pelo Messi”, e, do outro, uma Espanha mais “coletiva”. Ainda assim, ele explicou por que votaria nos espanhóis.
É uma escolha difícil, mas eu diria que eu não tenho nada contra. Eu fico com a Espanha por ser um modelo de jogo parecido com o que eu sou na vida como jornalista. Eu sou um cara didático do estudo. Então eu vou ficar com a Espanha por esse aspecto de trazer, de sair do livro e colocar em campo.
Paulo Massini
Gabriel Sá também apontou diferenças de roteiro dentro dos jogos: para ele, a Argentina oscila mais e “deixa para jogar nos últimos minutos”, enquanto a Espanha tenta controlar o ritmo e ser “letal” quando encontra espaço.










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