Nessa aventura na Arábia Saudita, ele ultrapassou a marca de 900 gols na carreira, o que pode ter permitido curar as feridas da Copa do Mundo de 2022, no Catar, que teve um final amargo tanto coletiva quanto individualmente.
Em solo Catari, Cristiano foi relegado ao banco de reservas pelo técnico Fernando Santos nos jogos eliminatórios e, após entrar em campo, não conseguiu alterar o destino do jogo das quartas de final contra o Marrocos (derrota por 1 a 0).
Foi mais uma decepção para o astro português, que não chega à semifinal do Mundial desde a sua primeira participação, em 2006, e cujo título da Eurocopa de 2016 foi marcado por uma lesão que o levou a ser substituído nos primeiros minutos da final.
Desde então, ele recuperou sua condição de titular sob o comando do espanhol Roberto Martínez, que afirma separar “o ícone do futebol mundial” do jogador que está sob seu comando, “que está sujeito às mesmas exigências que todos os outros”.
“Ele tem a competitividade necessária para estar na Copa do Mundo e é, do meu ponto de vista, um capitão exemplar”, destacou o treinador de 52 anos ao anunciar a participação de Cristiano Ronaldo em sua sexta Copa do Mundo, um recorde que também será alcançado pelo astro argentino Lionel Messi, seu grande rival, e pelo goleiro mexicano Guillermo Ochoa.
– Última chance –
Liderando o ataque português, CR7 provou mais uma vez ser decisivo, marcando um gol na final da Liga das Nações da Uefa de 2025 contra a Espanha e mais cinco durante as Eliminatórias portuguesas para a Copa do Mundo de 2026.








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