Em conferência de imprensa a partir da Sala Oval, o Presidente dos EUA abordou, entre outros temas, o resgate do piloto do caça norte-americano abatido no Irão.
Evan Vucci
O chefe de Estado dos EUA começou por parabenizar as forças norte-americanas pelo sucesso de uma das “maiores, mais complexas e angustiantes” missões de resgate, referindo-se ao caça que caiu no dia 3 de abril, no Irão, e cujo piloto foi resgatado no domingo.
Adiantou também detalhes da operação, revelando que contou com a participação de cerca de 200 operacionais e 155 aeronaves, incluindo quatro bombardeiros, 64 caças, 48 aviões-tanque e 13 aviões de resgate.
“Este é um resgate histórico. Ficará nos livros de História”, afirma.
Segundo Donald Trump, o militar encontrava-se escondido nas montanhas iranianas e continuava a escalar para aumentar as hipóteses de um resgate bem-sucedido.
“Era como encontrar uma agulha num palheiro”, considera.
“Numa demonstração impressionante de habilidade, precisão e poder, as forças armadas americanas invadiram a área, enfrentaram o inimigo, resgataram o oficial, destruíram todas as ameaças e saíram do território iraniano sem sofrer baixas de qualquer tipo”, diz ainda Trump.
Em jeito de aviso ao regime iraniano, Donald Trump garante que a nação “pode ser derrotada numa noite”: “Essa noite pode ser a noite de amanhã.”
Até porque, justifica, deu instruções aos soldados norte-americanos para não pouparem esforços.
CIA localizou o piloto no sábado
O diretor da CIA, John Ratcliffe, que acompanhou Trump na conferência de imprensa, afirma que a agência tinha levado a cabo uma “campanha de engano” para convencer os iranianos de que o piloto se encontrava noutro local.
Ratcliffe referiu que, na manhã de sábado, a CIA obteve a confirmação de que “um dos melhores e mais corajosos soldados americanos estava vivo e escondido numa fenda na montanha, ainda invisível para o inimigo, mas não para a CIA.”










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