Agora, com uma mudança de abordagem, as armas nucleares, o principal motivo que Trump apresentou para iniciar a guerra ao lado de Israel, ficaram em segundo plano.
“O objetivo número um: manter o petróleo e o gás baratos para os americanos em todo o nosso país”, disse na quinta-feira o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, ao canal Fox News. “E depois, obviamente, o objetivo número dois é garantir que o Irã nunca obtenha uma arma nuclear”, acrescentou.
Bessent, por sua vez, apresentou na quinta-feira a estratégia contra Teerã como a combinação de duas medidas: asfixia financeira e bloqueio físico, citando como comparação Cuba e Venezuela.
“A Venezuela entrou em colapso imediatamente quando impusemos o bloqueio”, afirmou.
No início da semana, Trump afirmou que um acordo para reabrir o estreito era iminente. Agora, seu governo, com a diplomacia paralisada, parece acreditar que o sofrimento econômico levará o Irã a ceder.
O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, acusou na quinta-feira os Estados Unidos de “cálculos ruins” relacionados a falhas de inteligência. “Um exemplo: a guerra contra o Irã. Agora, um erro de cálculo ainda mais grave sobre o Estreito de Ormuz”, escreveu o chanceler no X.








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