7 séries e documentários sobre seleções de futebol para entrar no espírito do Mundial — New in Setúbal

O Campeonato do Mundo de Futebol arranca esta quinta-feira, 11 de junho, e promete entrar para a história. Pela primeira vez, a maior competição de futebol do planeta é organizada por três países — Estados Unidos, México e Canadá — e conta com um formato alargado a 48 seleções. O jogo de abertura coloca frente a frente México e África do Sul, no mítico Estádio Azteca, que se torna no primeiro recinto a receber três inaugurações de Campeonatos do Mundo. Mais tarde, já durante a madrugada em Portugal, a Coreia do Sul enfrenta a Chéquia. Enquanto os adeptos se preparam para mais de um mês de futebol, praticamente sem interrupções, há várias séries e documentários no streaming que ajudam a revisitar alguns dos momentos mais marcantes da história dos Mundiais de futebol. Dos bastidores políticos que levaram um país a organizar uma fase final aos maiores escândalos de balneário, passando por conquistas que mudaram para sempre a história do desporto, estas produções mostram que os campeonatos do mundo são feitos de muito mais do que aquilo que acontece dentro das quatro linhas. Entre todas as opções disponíveis, três títulos destacam-se particularmente. “México 86”, protagonizado por Diego Luna, leva os espectadores até aos bastidores da atribuição do Mundial de 1986; “França 2010: A Greve da Seleção” revisita uma das maiores crises da história do futebol francês; e “Tetra: Acreditar de Novo” recupera a caminhada que devolveu o Brasil ao topo do futebol mundial no mundial de 1994, nos Estados Unidos da América, após 24 anos de espera. Mas não são os únicos. Entre séries documentais dedicadas aos capitães das maiores seleções do mundo, histórias sobre equipas lendárias e relatos de campanhas que marcaram gerações, reunimos algumas das melhores produções disponíveis nas plataformas de streaming para entrar no espírito do Mundial 2026 de futebol. Carregue na galeria para conhecer séries e documentários sobre o maior torneio de futebol do mundo.  Source link

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Mercado FC Porto: Deniz Gul colocado na órbita de mais um clube turco

O FC Porto já contratou André Silva e continua no mercado em busca de outro ponta de lança, conjuntura que deixa o futuro de Deniz Gul em aberto. Nesse sentido, o avançado dos dragões voltou a ser notícia na Turquia esta, país pelo qual é internacional A, desta feita ao ser apontado como alvo do Trabzonspor, 3.º classificado da última edição do campeonato local. Recorde-se que, recentemente, o ponta de lança dos dragões também foi colocado na órbita do Galatasaray. Gul deve apresentar-se no FC Porto antes do dia 13, altura em que o FC Porto ruma a Inglaterra, onde vai realizar um estágio de pré-temporada. Source link

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Muito antes da Copa do Mundo

Muito antes de Cabo Verde escrever uma das páginas mais marcantes da sua história desportiva com a qualificação para o Campeonato do Mundo de 2026, dois filhos da diáspora cabo-verdiana já levavam o nome do arquipélago aos grandes palcos do futebol sul-americano. José Manuel Ramos Delgado e Alberto Britos nasceram na Argentina, filhos de emigrantes cabo-verdianos, e construíram carreiras de enorme prestígio em clubes históricos da Argentina, do Brasil e da Colômbia. As biografias que se seguem fazem parte do livro Os Primeiros Embaixadores de Cabo Verde no Futebol, da autoria de Mário Rui Alfama Pais, em fase de edição. Ramos Delgado O cabo-verdiano que foi capitão da Argentina e colega de Pelé José Manuel Ramos Delgado nasceu em Quilmes, Buenos Aires, a 26 de Agosto de 1935, filho de um emigrante de São Vicente. Depois de se destacar no Lanús, transferiu-se para o River Plate, onde se afirmou como um dos melhores defesas da Argentina, distinguindo-se pela elegância, inteligência tática e capacidade de liderança. Estreou-se pela selecção argentina no dia 20 de Abril de 1958 frente ao Paraguai. Como era típico nos países latino-americanos, a alcunha de Ramos Delgado era “El Negro”, visto que era claramente um indivíduo mulato. O pai, Faustino (oriundo de São Vicente) cresceu no Bairro La Colonia, em Quilmes, cidade que fica localizada a 16 km a Sul de Buenos Aires. Ali, ficou entregue aos cuidados de uma conceituada e enraizada família do bairro que dava pelo nome de Feo e foi aí que também conheceu e casou com uma jovem siciliana. José Manuel recebeu do pai o sobrenome Ramos, e Delgado da mãe, Maura Scialabba Delgado, nascida na Sicília, em Itália. Conhecido no seu bairro por “Tatún”, Ramos Delgado começou a jogar futebol aos 6 anos com outros miúdos do bairro, mas a sua grande e verdadeira paixão era o basquetebol. Ramos Delgado poderia ter começado a carreira no River Plate, mas não foi aprovado pelos responsáveis técnicos nos testes que lá fez, porque recusou ser colocado a defesa esquerdo visto que nessa altura considerava que a posição onde melhor poderia dar nas vistas era no meio-campo. Dado que no River Plate dos anos 40 já havia brilhado um médio (ou volante), chamado José Ramos, também ele curiosamente nascido em Quilmes, Ramos Delgado talvez para se diferenciar dele, usou os dois sobrenomes – algo não muito comum no futebol argentino. Em 1956, quando finalmente se estreou na equipa principal do “granate”, estava a prestar o serviço militar. Ramos Delgado é o segundo de pé da esquerda para a direita da foto. Internacional em 25 ocasiões, participou nos Campeonatos do Mundo de 1958 e 1962 e tornou-se o primeiro jogador negro a capitanear oficialmente a selecção argentina e o River Plate. Entre 1964 e 1965, “El Negro” tornou-se titular absoluto da “Albiceleste” e foi o capitão da equipa que ganhou a Copa das Nações de 1964 disputada no Brasil, superando Portugal, Brasil e Inglaterra. Ramos Delgado é o segundo de pé da direita para a esquerda. Em 1967 iniciou uma nova etapa no Santos para substituir Mauro Ramos. Recomendado por Pelé, Gilmar e Carlos Alberto Torres, rapidamente conquistou o seu lugar numa das maiores equipas da história do futebol. Entre 1967 e 1972 disputou mais de trezentos jogos, conquistou três Campeonatos Paulistas, o Campeonato Brasileiro de 1968, a Recopa Sul-Americana e a Recopa Mundial, sendo também capitão da equipa durante vários anos. A amizade com Pelé ultrapassou os relvados: o “Rei” do futebol chegou a ser padrinho de uma das suas filhas. Depois de terminar a carreira como jogador, Ramos Delgado dedicou-se ao treino e à formação de jovens atletas. Faleceu em 2010, deixando um legado que o coloca entre os maiores defesas da história do futebol sul-americano e como um dos primeiros grandes nomes da diáspora cabo-verdiana no desporto mundial. Alberto Britos O filho de emigrantes cabo-verdianos que se tornou ídolo do Independiente Alberto Arcángel Britos Ramos nasceu em Avellaneda, Buenos Aires, a 25 de Março de 1931. Filho de Joaquim Britos e Rosa Ramos, emigrantes cabo-verdianos, cresceu numa comunidade fortemente ligada ao associativismo da diáspora, da qual o pai foi um dos dinamizadores. A emigração cabo-verdiana para esse país sul-americano aumentou drasticamente a partir dos anos 20 do século passado e prosseguiu até à Segunda Guerra Mundial, sendo que os períodos de maior actividade foram entre 1927 e 1933, e depois em 1946. Alberto foi o oitavo dos dez filhos do casal, formado por seis rapazes e quatro raparigas. Alberto Britos é um filho típico da diáspora cabo-verdiana. Alberto Britos, como passou a ser conhecido no mundo do futebol, é considerado um dos grandes ídolos do Independiente mesmo sem ter ganho qualquer título no clube de Avellaneda. Depois de passar pelas camadas jovens do Racing, ingressou no Independiente, onde se estreou como profissional em 1952. Defesa versátil, capaz de actuar no centro ou na lateral direita, rapidamente conquistou a titularidade e tornou-se uma das figuras da equipa durante toda a década de 1950. Alberto Britos é o terceiro de pé da direita para a esquerda. Entre 1952 e 1959 realizou 156 jogos oficiais pelos “Diablos Rojos”, integrando equipas que disputaram os primeiros lugares do campeonato argentino e partilhando o balneário com algumas das maiores figuras do futebol do país, como Rodolfo Michelli, Ernesto Grillo, Carlos Cecconato e os irmãos Emilio e José Varacka. Em 1960 transferiu-se para o América de Cali, por indicação do lendário Adolfo Pedernera. Na Colômbia ajudou o clube a alcançar, pela primeira vez, o segundo lugar no campeonato nacional. Regressou depois à Argentina para representar o Estudiantes de La Plata, encerrando aí a carreira. Embora menos conhecido internacionalmente do que Ramos Delgado, Alberto Britos foi igualmente um pioneiro. A sua carreira confirma a importante presença dos descendentes de cabo-verdianos no futebol argentino e faz dele um dos primeiros embaixadores de Cabo Verde nos relvados da América do Sul. Source link

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Um ano sem Diogo Jota: relembre a tragédia que abalou o mundo do futebol

Há exatamente um ano, o futebol perdia Diogo Jota em uma tragédia que comoveu torcedores, jogadores e clubes ao redor do mundo. Em 3 de julho de 2025, o atacante do Liverpool e da seleção de Portugal morreu aos 28 anos em um acidente de carro na Espanha. O irmão dele, André Silva, de 25 anos, jogador do Penafiel, também estava no veículo e não resistiu. A tragédia ocorreu na rodovia A-52, na região de Zamora, no noroeste da Espanha. A Lamborghini em que os irmãos viajavam saiu da pista, atingiu o canteiro central e pegou fogo. A notícia repercutiu imediatamente em todo o mundo, provocando homenagens de clubes, jogadores, torcedores e autoridades esportivas. Quase um ano depois da tragédia, a Justiça espanhola encerrou as investigações sem apontar responsabilidade criminal. De acordo com a conclusão do Tribunal Superior de Justiça de Castilla e León, não foram encontrados elementos que justificassem a abertura de um processo relacionado ao acidente. A perícia também descartou uma das hipóteses levantadas nos primeiros dias após a tragédia: a de que um dos pneus do veículo teria estourado durante uma ultrapassagem em alta velocidade. Após a análise dos vestígios no local e dos laudos elaborados por especialistas em acidentes rodoviários, o caso foi oficialmente arquivado. Casamento e títulos antes da tragédia A morte ganhou contornos ainda mais dramáticos porque aconteceu apenas 11 dias após Diogo Jota se casar com Rute Cardoso, sua companheira de longa data e mãe de seus três filhos. O atacante havia encerrado a temporada em alta. Pouco antes das férias, conquistou a Liga das Nações com a seleção portuguesa e também celebrou o título da Premier League pelo Liverpool, vivendo um dos melhores momentos da carreira. Perpetuação através de homenagens O impacto da morte de Jota ultrapassou as fronteiras de Portugal e da Inglaterra. Ao longo da temporada, diversas homenagens foram realizadas em estádios, cerimônias e competições internacionais, para além de atos simbólicos e repercussões ao redor do mundo. A seleção portuguesa também manteve viva a memória do atacante. Na convocação para a disputa do torneio seguinte, o técnico Roberto Martínez anunciou simbolicamente Diogo Jota como membro honorário da equipe, ressaltando a importância do jogador para o grupo. Na Copa do Mundo, o português também foi homenageado antes de Portugal x RD Congo. Os pais do ex-jogador português compareceram à partida e se emocionaram durante o tributo nos EUA. A perda também afetou profundamente o elenco do Liverpool. Durante a temporada, diversos companheiros relataram a dificuldade de voltar a concentrar as atenções exclusivamente no futebol enquanto enfrentavam o processo de luto. Um ano depois, a ausência de Diogo Jota continua sendo sentida por familiares, amigos, colegas de profissão e torcedores. Além dos títulos e dos números dentro de campo, o atacante deixou uma marca pela dedicação ao clube e à seleção portuguesa que segue sendo exaltada independentemente do tempo.   Source link

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Flamengo, de Leonardo Jardim, vence Botafogo e sobe a terceiro do Brasileirão

No Estádio Nilton Santos, numa partida à qual assistiu Carlo Ancelotti, selecionador brasileiro, a equipa de Leonardo Jardim, que no início do mês substituiu Filipe Luis, inaugurou o marcador aos 12 minutos, por intermédio de Samuel Lino. Em cima do intervalo, aos 45+2, Leo Pereira ampliou a vantagem, pouco antes da expulsão de Alexander Barboza (45+9), devido a uma falta sobre o avançado Pedro, que seguia isolado para a baliza, marcada após recurso ao videárbitro. A terceira derrota consecutiva do Botafogo, orientado por Martin Anselmi, antigo técnico do FC Porto, foi selada logo no início do segundo tempo (49) com um golo de Pedro. O triunfo deixa a equipa de Leonardo Jardim no terceiro lugar do Brasileirão, em igualdade pontual (10) com o Palmeiras (segundo), de Abel Ferreira, que quinta-feira perdeu por 2-1 com o Vasco da Gama, e com o Fluminense (quarto), e com mais dois pontos do que o Bahia, que tem menos um jogo disputado. Numa competição liderada pelo São Paulo, que segue com 13 pontos, o Botafogo, que na próxima jornada visita o Palmeiras, segue na 17.ª posição, em zona de despromoção, com três pontos e menos um jogo disputado. Source link

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Ranking para a Copa do Mundo de Clubes tem Palmeiras líder na Conmebol; Arsenal é o primeiro na Europa

Na Conmebol, o Palmeiras é o líder do ranking, com 53 pontos somados. Logo atrás vem o Flamengo, que já garantiu sua vaga ao vencer a Libertadores do ano passado, com 51 pontos. A LDU, do Equador, fecha o top 3, com 44 pontos. A classificação leva em conta o desempenho na Libertadores de 2025 a 2028 – com pontuações para a fase que o time alcançou e o desempenho geral nas partidas. Source link

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É oficial… Allegri é o novo técnico do Napoli

O Napoli anunciou oficialmente a contratação de Massimiliano Allegri como técnico do time principal de futebol, e o clube deu as boas-vindas ao novo técnico, que assinou um contrato que o vincula ao time até 30 de junho de 2029. Massimiliano Allegri iniciou sua carreira como técnico na temporada 2003/2004, após uma longa trajetória como jogador, durante a qual também vestiu a camisa do Napoli na temporada 1997/1998. Allegri comandou o Sassuolo na temporada 2007/2008, levando o time a uma histórica primeira ascensão à Série B, e conquistou, no mesmo ano, a Supercopa da Série C. Poucos meses depois, estreou na Série A italiana com o Cagliari, terminando o campeonato em nono lugar e recebendo o prêmio de “Técnico do Ano”. Allegri assumiu o comando do Milan em 2010, onde conquistou o 18º título da Série A e a 6ª Supercopa da Itália na história dos Rossoneri. Entre 2014 e 2019, assumiu a direção técnica da Juventus e conquistou com o clube cinco títulos consecutivos do Campeonato Italiano, quatro títulos consecutivos da Copa da Itália e dois títulos da Supercopa da Itália; além disso, levou os Bianconeri à final da Liga dos Campeões duas vezes nesse mesmo período. Allegri voltou a comandar a Juventus dois anos depois, conquistando sua quinta Copa da Itália em 2024, enquanto na última temporada assumiu novamente o comando do Milan e terminou o campeonato em quinto lugar. O Napoli encerrou o comunicado dando as boas-vindas ao novo técnico com as palavras: “Seja bem-vindo, Sr. Allegri!”. Source link

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Liga francesa abandona cores arco-íris e controvérsia instala-se

A Liga de Futebol Profissional de França (LFP) está no centro de forte polémica após anunciar, na passada quarta-feira, que irá abandonar o uso das cores do arco-íris nas camisolas dos jogadores. A decisão de prescindir do símbolo da comunidade LGBTQIA+ e de cancelar a jornada dedicada à luta contra a homofobia gerou onda de reações. A medida foi classificada como «uma vergonha inqualificável para os dirigentes da LFP» por Marine Tondelier, secretária nacional do partido Os Ecologistas. Nas redes sociais, a política questionou: «Em 2026, nem sequer são capazes de exibir as cores do arco-íris nas camisolas? Já nem estagnamos, regredimos». Tondelier concluiu de forma contundente: «Na realidade, o futebol francês não quer lutar contra a homofobia», segundo o L´Équipe. A decisão foi comunicada pela LFP numa reunião com as associações parceiras, nomeadamente a Licra, a Fundação para um Desporto Inclusivo e a Foot Ensemble. Mathias Ott, delegado interministerial para a luta contra o racismo, o antissemitismo e o ódio anti-LGBT+ (DILCRAH), também criticou a medida, afirmando que «recuar em símbolos que dão visibilidade às pessoas LGBT+ é enviar um sinal preocupante. A mobilização do futebol profissional é indispensável para fazer progredir a igualdade de todos». Recorde-se que este não é o primeiro recuo da LFP nesta matéria. Há dois anos, a Liga já tinha abandonado os números das camisolas com as cores do arco-íris, substituindo-os por um simples emblema, devido à recusa de uma minoria de jogadores em associar-se à iniciativa. Essa decisão levou ao fim da parceria com duas associações, a SOS Homophobie e o PanamBoyz & Girlz United. A intenção da LFP passa agora por agrupar a luta contra o racismo, o antissemitismo e a homofobia numa única jornada. Esta abordagem foi condenada pelo coletivo Inter-LGBT, que acusa a Liga de tentar «invisibilizar a homofobia como uma discriminação particularmente presente no futebol, diluindo-a num saco de ‘discriminações’». À quem defenda a decisão O coletivo, que inclui várias organizações como a Federação Desportiva LGBT+ e a Stop Homophobie, considera que «face à dimensão, gravidade e persistência do problema da homofobia no futebol profissional, teria sido lógico, pelo contrário, que a LFP mantivesse este dispositivo, adotando uma abordagem construtiva de procura de soluções em vez de escolher cobardemente o abandono». O grupo apelou à intervenção da ministra do Desporto, mas o ministério não respondeu aos pedidos de contacto, e a Federação Francesa de Futebol (FFF) não quis comentar. A LFP recebeu, contudo, o apoio da associação Foot Ensemble. O seu presidente, Yoann Lemaire, embora considere que «a camisola era magnífica e muito útil», julga «interessante experimentar outra coisa». Perante as críticas, Lemaire questiona: «Quando as camisolas exibem as cores do arco-íris, fala-se de pinkwashing. Quando se muda o dispositivo, torna-se um escândalo. O que seria preciso fazer para agir sem ser sistematicamente criticado?» Apesar das dificuldades, Lemaire garante que «as mentalidades estão a evoluir progressivamente nos clubes e nos balneários». «É de notar uma evolução desde há um ano, tranquilizadora mas necessária, pois por vezes ficávamos preocupados com as declarações feitas», acrescentou o presidente da Foot Ensemble. Source link

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Luis Díaz lidera Colômbia em reencontro com antigo desafeto de Gana rumo às oitavas da Copa

Atacante é a grande esperança dos colombianos em reencontro com o treinador Carlos Queiroz, que viveu momento ruim com a seleção sul-americana e tenta levar africanos além da segunda fase Colômbia e Gana se enfrentam nesta sexta-feira, às 22h30, no Arrowhead Stadium, em Kansas City, pela segunda fase da Copa do Mundo. Invictos no torneio, os colombianos tentam confirmar o favoritismo diante de uma seleção ganesa comandada justamente por Carlos Queiroz, treinador que viveu uma passagem turbulenta pela equipe sul-americana e agora busca eliminar seu ex-time. A Colômbia avançou na liderança do Grupo K após vencer Uzbequistão (3 a 1) e República Democrática do Congo (1 a 0) e empatar sem gols com Portugal, em uma atuação considerada superior à dos europeus. Já Gana sobreviveu como um dos melhores terceiros colocados ao derrotar o Panamá (1 a 0), empatar com a Inglaterra (0 a 0) e perder por 2 a 1 para a Croácia. O duelo também marca um reencontro para Carlos Queiroz. O português dirigiu a Colômbia entre 2019 e 2020, mas deixou o cargo em meio à forte pressão após as derrotas sofridas para Uruguai e Equador nas Eliminatórias da Copa de 2022. Embora tenha defendido posteriormente que a pandemia comprometeu o trabalho da seleção, Queiroz acabou apontado como um dos responsáveis pela ausência colombiana no Mundial do Catar. Agora, à frente de Gana, terá a oportunidade de eliminar justamente a equipe que o dispensou. Curiosamente, metade dos jogadores convocados por Néstor Lorenzo trabalhou com o treinador português naquele ciclo. Se o banco de reservas reserva uma história à parte, dentro de campo a Colômbia deposita suas esperanças principalmente em Luis Díaz. O atacante chega como um dos protagonistas da campanha colombiana e lidera um setor ofensivo que ainda conta com a criatividade de James Rodríguez e a habilidade do palmeirense Jhon Arias. Do outro lado, Gana aposta na força de um elenco experiente. Antoine Semenyo tem sido o principal destaque da campanha e foi eleito o melhor jogador pela Fifa na estreia da equipe na competição. O capitão Jordan Ayew também merece destaque de um grupo que tenta levar os ganeses às oitavas de final pela terceira vez na história. Apesar de nunca terem se enfrentado em Copas do Mundo, colombianos e ganeses carregam retrospectos curiosos. A Colômbia busca chegar às oitavas pela quarta vez, mas perdeu a única vez em que enfrentou uma seleção africana em um mata-mata do Mundial, ao ser derrotada por Camarões em 1990. Já Gana tenta quebrar um incômodo tabu: nas duas campanhas em que passou da primeira fase, acabou eliminada por seleções sul-americanas — Brasil, em 2006, e Uruguai, em 2010. Quem avançar em Kansas City enfrentará Suíça ou Argélia nas oitavas de final, em Vancouver. FICHA TÉCNICA – COLÔMBIA X GANA COLÔMBIA – Camilo Vargas; Daniel Muñoz, Davinson Sánchez, Jhon Lucumí e Johan Mojica; Jefferson Lerma, Gustavo Puerta, Jhon Arias, James Rodríguez e Luis Díaz; Jhon Córdoba. Técnico: Néstor Lorenzo. GANA – Benjamin Asare; Maxime Senaya, Jonas Adjetey, Jonathan Opoku e Gideon Mensah; Thomas Partey, Caleb Yirenkyi, Iñaki William e Kwasi Sibo; Antoine Semenyo e Jordan Ayew. Técnico: Carlos Queiroz. ÁRBITRO – Clement Turpin (FRA) DATA – 03/07 (Sexta-feira) HORÁRIO – 22h30 ONDE ASSISTIR – Cazé TV LOCAL – Arrowhead Stadium, em Kansas City (EUA) Source link

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