Ganso segue a um jogo do limite de 13 partidas no Brasileirão, mas Fluminense evita tom de despedida


Já virou praticamente rotina. Se tem jogo do Fluminense no Brasileirão, a ausência de Ganso é quase certa. Não foi diferente no empate sem gols com o Bahia, na última quarta-feira, no Maracanã. O meia de 36 anos até foi relacionado, mas permaneceu no banco de reservas. Com isso, ele ainda pode defender outro clube no campeonato, já que segue com um jogo restante para atingir o limite de 13 partidas. Apesar disso, o Fluminense não trata a situação como um sinal de despedida iminente.

A visão interna é de que Ganso treina normalmente e está à disposição do técnico Luis Zubeldía. Havia a expectativa de que o camisa 10, enfim, voltasse a entrar em campo contra o Bahia, mas o entendimento é de que ele está atrás de outros concorrentes da posição. Savarino, por exemplo, entrou no lugar de Lucho Acosta no segundo tempo da partida.

Neste momento, Ganso não está envolvido em nenhuma negociação. Um dos principais entraves para uma possível transferência é o custo elevado do veterano no mercado nacional. O que apareceu de mais concreto até aqui foi o interesse de um clube da Série A em sua contratação antes da pausa para a Copa do Mundo. À época, o jogador chegou a informar o Fluminense sobre essa chance de saída.

Ganso, inclusive, pediu para não jogar contra o Mirassol justamente para não atingir o limite de 13 jogos no Brasileirão. Por outro lado, o tricolor afastou o atleta para, segundo o clube, ter “a tranquilidade e as condições necessárias para decidir seu futuro”.



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