Há um fator que une os dois nessa Copa: ambos tendo que se adaptar a contextos diferentes do que vivem nos clubes. Haaland tem muito menos oportunidades na Noruega do que no City. O que amplia a necessidade de aproveitar cada chance. Kane, por sua vez, tem menos momentos em que consegue encaixar seu jogo de pivô e assistências, porque as seleções são menos trabalhadas para isso. Ainda assim, impressiona como continuam sendo influentes para decidir jogos.
— Carlos Eduardo Mansur, comentarista do Grupo Globo.











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