O comando da Fifa não estava empolgado com a possibilidade de aumentar para 64 participantes na Copa do Mundo de 2030, já que não tinha o aval de confederações importantes, como a Uefa (Europa) e a Concacaf (Américas do Norte e Central). A proposta foi feita pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).
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O Explica Aí, Rizzo desta semana mostra como a crise que envolve o presidente da Fifa, Gianni Infantino, mudou esse cenário. E detalha as negociações para que a América do Sul receba mais do que os três jogos marcados para Argentina, Uruguai e Paraguai em comemoração ao centenário da Copa.

Jogadores espanhóis celebram a conquista da Copa do Mundo de 2026, a primeira com 48 seleções. Foto: Werther Santana/Estadão
Em 30 de julho, 11 dias após a final da Copa do Mundo, a Fifa enviou um comunicado a seus 211 filiados informando que pretende discutir o assunto e que deverá contratar uma agência independente para analisar o impacto de uma possível mudança. Em 2026, o Mundial de seleções estreou o formato com 48 países.











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