No ano passado, adiamentos por chuva e trovoadas marcaram o Mundial de Clubes da Fifa. Nesta Copa, isso não aconteceu com frequência. Talvez por sorte. Talvez por terem escolhido os horários certos em função do que já se conhece dos padrões climáticos.
Mas, um dia antes da final da Copa do Mundo, uma chuva forte na região de Nova Jersey impediu que a Espanha treinasse para a decisão.
Aqui nos EUA, parece que não inventaram para-raios. É diferente do resto do mundo. Os protocolos de segurança proíbem muitas coisas, incluindo treinos em campo aberto, quando há raios em uma determinada proximidade.
A Argentina teve um pouco mais de paciência e conseguiu fazer sua sessão de treinos. Talvez a Espanha também pudesse esperar um pouco. Mas, com a água que caía naquele momento, era difícil saber se seria possível ir a campo ou se os jogadores teriam de ficar horas e horas esperando na academia por uma oportunidade que poderia nunca vir.
No fim, a Espanha tomou a decisão de cancelar o treino. A Argentina, que estava a apenas 6km de distância, esperou e foi a campo quando a chuva deu uma trégua.
É a gota que faz o copo transbordar — literalmente — em uma Copa em que tivemos suspensão de jogador adiada porque Trump quis, pausas para hidratação em todos os jogos que ninguém queria, decisões de VAR erráticas e uma Fifa que parece cada vez menos ter controle sobre a própria competição.










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