O estopim para essa ruptura na diretoria foi a decisão de Lamour de falar à Associated Press no fim de julho, quando manifestou preocupações significativas em relação ao projeto FFE. Lamour alegou que o presidente não havia sido totalmente sincero com os funcionários da organização sobre as implicações do acordo.
Ele afirmou que a equipe havia sido “enganada” por Infantino em relação ao plano da FFE, que teria feito o órgão que rege o futebol mundial disponibilizar participações na Copa do Mundo para investimento privado.
Lamour não poupou críticas ao avaliar o estilo de liderança que atualmente domina a sede da Fifa, em Zurique. Ele disse à AP: “É o projeto de uma pessoa. Esse projeto não só não deve seguir adiante… como agora chegou o momento de os líderes políticos do futebol se fazerem as perguntas certas e tomarem as decisões certas.”
Essas declarações foram amplamente interpretadas como um desafio direto à autoridade de Infantino, criando uma situação insustentável para o francês dentro da equipe executiva. Lamour tinha plena consciência dos riscos profissionais envolvidos em sua afronta pública, acrescentando: “Se isso significa que eu perco meu emprego, que assim seja.











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