Gal exemplifica que da edição de 2019, na França, para a do ano de 2023, realizada na Austrália e Nova Zelândia, todos os números tiveram um salto significativo. Ela ainda cita a diferença de capacidade dos estádios nos últimos países sedes para o Brasil, criando expectativa de grandes públicos.
“Tanto de engajamento em redes sociais como presença nos estádios, a gente teve 2 milhões de pessoas nos estádios na Austrália e Nova Zelândia, sendo que os estádios deles são estádios ali com uma média de 22 mil pessoas. Os nossos aqui no Brasil, eles começam em 30 e poucos e acabam em 70 mil. Nossos estádios são bem maiores.”
Nas transmissões, a diretora conta que o crescimento foi de 1 bilhão para 2,1 bilhões de telespectadores acompanhando o torneio.
“Para vocês terem como comparação, a Copa do Mundo Masculina teve 5 bilhões, sendo que é uma modalidade que existe aí há um século, né? A nossa, a gente está indo para a 10ª Copa do Mundo ainda.”
Gal ainda complementa que apesar de todos os percalços, do futebol feminino ter sido proibido no Brasil, os números apontam para um grande crescimento, motivo para a Fifa ter colocado importância no torneio.
“E hoje, na primeira prateleirinha de importância da Fifa, tem três torneios: a Copa do Mundo Masculina, o Mundial de Clubes e a Copa do Mundo Feminina. Então, se depender da equipe brasileira da Fifa vocês vão ter a melhor Copa do Mundo de todos os tempos”, complementa.










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