A Fifa, órgão máximo do futebol mundial, emitiu um comunicado nesta segunda-feira, 20, anunciando que vai investigar as agressões entre jogadores das seleções argentina e espanhola, após o encerramento da final da Copa do Mundo, no MetLife Stadium, em Nova York. Os espanhóis marcaram na prorrogação e ganharam o jogo por 1 a 0, conquistando, assim, o bicampeonato mundial.
Assim que o jogo terminou, o lateral argentino Nahuel Molina se desentendeu e trocou farpas com os jogadores espanhóis Eric García e Borja Iglesias. A arbitragem tentou intervir para afastar os atletas.
Ao ver a discussão de longe, o volante argentino Leandro Paredes correu até o local e acabou acertando/derrubando jogadores espanhóis, intensificando a briga.
O meia espanhol Gavi tentou tomar satisfações, mas foi contido por Thiago Almada. Na sequência, em meio ao empurra-empurra, Paredes chegou a empurrar o rosto de Gavi.
No comunicado, a Fifa afirmou: “Após uma análise dos relatórios pertinentes da partida da final da Copa do Mundo da Fifa entre Espanha e Argentina, e em conformidade com o artigo 36 do Código Disciplinar da Fifa (CDF), o Comitê Disciplinar da Fifa nomeou um Promotor de Disciplina e Ética para investigar possíveis violações do CDF relacionadas aos incidentes ocorridos após a partida”.
O meio-campista argentino Enzo Fernández recebeu cartão vermelho aos três minutos dos acréscimos, após o tempo regulamentar de 90 minutos, ao levar o segundo cartão amarelo por uma entrada tardia em Pau Cubarsí. Outros quatro jogadores da Argentina, incluindo o reserva Paredes, foram advertidos com cartão amarelo durante a partida, assim como o técnico da equipe, Lionel Scaloni.
A Espanha venceu a final por 1 a 0, graças a um gol de Ferran Torres aos 106 minutos.











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