* Análise pré-jogo
Há doze anos, no Brasil , a seleção dos Estados Unidos sofreu uma dolorosa derrota por 2 a 1 para a Bélgica nas oitavas de final, partida em que o ex-goleiro Tim Howard estabeleceu um recorde na Copa do Mundo com 16 defesas (recorde que permanece intacto até hoje). Naquela época, os americanos entraram em campo como azarões, jogando com tenacidade, mas sem os craques capazes de reverter o resultado.
Agora, com o maior evento de futebol do planeta em 2026 acontecendo em casa, a posição da seleção americana mudou. Embora o histórico de confrontos favoreça amplamente a Bélgica, com 6 vitórias em 7 jogos anteriores, incluindo uma pesada derrota por 5 a 2 em um amistoso em março deste ano, a confiança dos torcedores americanos na equipe de Mauricio Pochettino é maior do que nunca.
Folarin Balogun (20) voltou à seleção dos EUA contra a Bélgica.
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A seleção dos EUA está tendo um desempenho bastante impressionante, liderando o Grupo D e derrotando a Bósnia e Herzegovina por 2 a 0 na fase de 32 avos de final, mesmo jogando com dez homens durante a maior parte do segundo tempo. Comparada a 2014, a seleção americana agora conta com uma geração talentosa de jogadores que atuam em clubes europeus, como Christian Pulisic, Weston McKennie, Tyler Adams e outros.
Entretanto, a seleção belga apresentou um desempenho decepcionante na América do Norte. O elenco dos “Diabos Vermelhos” ainda conta com jogadores de sua geração de ouro, como Kevin De Bruyne, Romelu Lukaku e o goleiro Thibaut Courtois, mas seu jogo foi bastante lento e arrastado.
A dificuldade da Bélgica em escapar da derrota contra o Senegal na fase de 32 avos de final, perdendo por 2 a 0 até os 85 minutos e depois protagonizando uma virada graças a um pênalti controverso marcado pelo VAR na prorrogação, é um sinal de sua vulnerabilidade.
Vantagem de jogar em casa
O desafio para o técnico Mauricio Pochettino nesta partida é o desfalque no ataque. O atacante titular Folarin Balogun, que está em excelente fase e já marcou 3 gols, ficará de fora após receber um cartão vermelho direto na rodada anterior.
Para preencher essa lacuna, Pochettino provavelmente utilizará uma formação flexível 3-5-2, posicionando sua principal esperança, Christian Pulisic, no ataque ao lado do jovem atacante Ricardo Pepi, para otimizar as combinações de passes na entrada da área. Essa formação tática também serve ao propósito de conter as ameaças pelas laterais do time belga, especialmente Jeremy Doku. Com sua velocidade estonteante e habilidade para driblar pelas laterais, o craque do Manchester City é um jogador que pode fazer a diferença na partida.
Em resumo, os pontos fortes da seleção dos EUA residem no excelente preparo físico, na organização impecável e na vontade de vencer. No entanto, sua fraqueza é a falta de um centroavante de ofício na ausência de Balogun. Enquanto isso, a Bélgica é uma equipe experiente e com um elenco forte. Contudo, sua defesa lenta e inflexível sob o comando do técnico Rudi Garcia é um ponto vulnerável que pode ser facilmente explorado.
Para realizar o sonho de chegar às quartas de final da Copa do Mundo pela primeira vez em 24 anos, os americanos também contam com a vantagem de jogar em casa, no Lumen Field, em Seattle. Este estádio é conhecido como o “santuário” mais barulhento do esporte mundial, com seu design de cúpula exclusivo, projetado para reter e amplificar o som. Ele já deteve o recorde mundial do Guinness de nível de ruído em um jogo da NFL. A pressão sufocante do “12º jogador” promete criar uma atmosfera explosiva para energizar os jogadores americanos e pressionar imensamente o time visitante.
Fonte: https://thanhnien.vn/truc-iep-my-bi-world-cup-2026-chu-nha-pha-dop-de-vao-tu-ket-185260706221446808.htm










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