– Os Congressos da Fifa são: grandes encenações de unanimidade, nenhum debate real e decisões que chegam fechadas antes mesmo de começar a votação. Não há acordos com as ligas nacionais/domésticas, aprovam-se decisões que prejudicam constantemente as mesmas. O caso do jogador Balogun não faz mais do que reforçar esta percepção, é a ponta do iceberg, além disso, se as regras são aplicadas constantemente com arbitrariedade, a confiança desaparece. E sem confiança não há credibilidade institucional – afirma parte do texto.











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