Comando-geral da Polícia de Moçambique determinou que a atuação da UIR, Unidade de Intervenção Rápida, passará a exigir a autorização direta do Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique.
Aquilasse Manda, nº 2 da corporação, confirma a decisão e explica porque foi tomada:
Aquilasse Manda salienta ainda uma ideia, é preciso terminar com a banalização da UIR:
Em comunicado datado do passado dia 11, assinado por Joaquim Sive, Comandante-geral da PRM, a corporação destaca que em quase todos os comandos provinciais da PRM, se tem verificado o uso indevido da UIR em operações, fora do contexto legalmente previsto na lei da PRM, para unidades de operações especiais e de reserva.
Precisamente, a UIR interviu no sábado, em Quelimane.
Uma concentração que antecedia uma marcha pacífica promovida pelo partido ANAMOLA, foi interrompida apos interferência da UIR, que recorreu a gás lacrimogéneo e armas de fogo.
Há registo de 4 feridos. Uma história contada pelo jornalista Germano Campos:
As reações há intervenção da UIR numa concentração pacífica do partido ANAMOLA, em Quelimane.










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