Hunan Aihua Group, fabricante de componentes eletrônicos, está entre as companhias afetadas. O Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos afirma que a empresa obtém lâminas químicas e outros materiais de Xinjiang.
Empresas são ligadas a Xinjiang
Também foram incluídas Chacha Food, Xinjiang Tianhongji Technology, Tefeng Pharmaceutical, Tianshan Aluminum Group e Henan Guorong Electronic Technology. As empresas listadas obtêm matérias-primas em Xinjiang ou colaboram com o governo regional no recrutamento e transferência de uigures e outros grupos perseguidos, afirmam os EUA.
Autoridades americanas acusam a China de manter campos de internamento para uigures e outras minorias étnicas e religiosas em Xinjiang. A Embaixada da China em Washington nega os abusos e declara: “A acusação de que existe ‘trabalho forçado’ em Xinjiang não é mais do que uma mentira”.









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