Federação Portuguesa de Futebol apresenta novo logo, mas adeptos não gostam. Entenda a polémica


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Na véspera de Portugal defrontar a Croácia, nos 16 avos de final do Mundial 2026, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) revelou uma nova identidade visual. A estética clássica do emblema das seleções surgiu reinterpretada num design simples e minimalista, e a reação dos adeptos foi imediata.


Revê o anúncio oficial da convocatória da Seleção Nacional

Adeptos criticam o novo logo

O novo logótipo da FPF foi recebido com críticas intensas. Muitos adeptos interpretaram a retirada da Cruz de Cristo, elemento central do emblema das seleções, como um ataque à identidade nacional. A redução do protagonismo do escudo e a alteração ao tom de vermelho também alimentaram a controvérsia. Nas redes sociais, o design chegou mesmo a ser comparado, em tom de brincadeira, ao logótipo de uma conhecida marca de cerveja.

Esclarecimento da FPF

Perante a polémica, a FPF divulgou uma nota de esclarecimento, sublinhando que a atualização gráfica diz respeito exclusivamente à identidade corporativa da instituição:

“A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vem por este meio esclarecer que a atualização gráfica divulgada hoje no seu site diz respeito exclusivamente à identidade visual corporativa e empresarial da FPF, no âmbito de um processo de harmonização e coerência gráfica entre as diversas entidades que integram o universo FPF Empresarial. Em momento algum foi equacionada qualquer alteração ao emblema da Seleção Nacional. O símbolo que os nossos jogadores trazem ao peito com orgulho representa uma nação inteira e é, e continuará a ser, intocável. Amanhã, como sempre, faremos tudo para honrar esse símbolo.”

Assim, o emblema das seleções permanece inalterado.

Mudança de logótipos é tendência

A simplificação de logótipos tornou‑se uma tendência global no futebol moderno, impulsionada pela era digital e pela necessidade de maior versatilidade. Portugal não é exceção, e o Sporting também apresentou uma nova identidade visual nesta quarta‑feira.

Clubes como Juventus, Inter ou Manchester City adotaram versões mais limpas dos seus emblemas nos últimos anos. Estas mudanças seguem princípios de simplificação, digitalização e universalidade, mas nem sempre são bem recebidas. Adeptos temem perder elementos históricos e emocionais , e alguns clubes, como Leeds ou Fiorentina, acabaram por recuar devido à pressão dos fãs.

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