Foi internacional alemão de futsal e está no Mundial 2026 com outro país

Poucos jogadores conseguem fazer a transição do futsal para o futebol profissional com sucesso, mas Elias Saad é um deles. Nascido em Hamburgo, e apesar de ter pais tunisinos, juntou-se à equipa de futsal da cidade em 2019 e tornou-se o jogador mais jovem de sempre a alinhar pela seleção alemã de futsal (19 anos). Saad jogava também em ligas amadoras locais de futebol de 11 e estudava para seguir uma carreira na área das vendas quando o St. Pauli lhe bateu à porta. O extremo causou um impacto imediato, marcando numa derrota no dérbi contra o rival Hamburgo e impressionando o treinador Fabian Hurzeler, atualmente no Brighton, que afirmou: «Trabalho árduo é o que ele exige, e será recompensado!» Entretanto, Saad rumou por dois milhões para o Augsburgo, do avançado português ex-Sporting Rodrigo Ribeiro, no qual foi emprestado até ao final da presente temporada ao Hannover, que esteve muito perto de voltar à Bundesliga (quarto lugar no segundo escalão). Agora espera ganhar um lugar na equipa em 2026/27 e o Mundial é uma grande oportunidade para tal. Com 26 anos, Saad prepara-se para viver o primeiro Campeonato do Mundo. Tendo marcado três golos em dois jogos de qualificação, sendo que conta com um total de 14 internacionalizações, o extremo figura entre os jogadores mais aguardados pelos adeptos nos Estados Unidos, México e Canadá, este verão. Este artigo partiu do perfil de Elias Saad que A BOLA publicou no âmbito da Guardian Experts’ Network, uma rede de troca de conteúdos liderada pelo conceituado jornal inglês, e que inclui meios de comunicação social de vários países representados no torneio. Source link

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Copa do Mundo 2026: os ‘astros virais’ conseguirão transformar sucesso nas redes sociais em fortuna?

Crédito, Reuters Legenda da foto, O goleiro Vozinha, de Cabo Verde, já conta com mais de 17 milhões de seguidores no Instagram Article Information Author, Sakshi Venkatraman Role, BBC News Published Há 9 minutos Tempo de leitura: 5 min O impressionante desempenho de Vozinha contra a Espanha, na fase de grupos da Copa do Mundo, levou sua seleção a empatar em 0x0 com uma das seleções favoritas do torneio — resultado comemorado como vitória pelos cabo-verdianos. A enorme surpresa fez com que os 50 mil seguidores do goleiro de Cabo Verde no Instagram disparassem para 17,5 milhões, superando atletas como Brady, com 15,5 milhões. Astros da Copa do Mundo como Vozinha têm a oportunidade de aproveitar sua recente fama nas redes sociais para gerar lucrativas oportunidades financeiras. Mas, para o especialista em comunicação Mike Serazio, esta possibilidade pode ser efêmera. “É viral”, explica ele. “Cresce muito rápido e cai com a mesma rapidez.” A professora de redes sociais e comunicação digital Brooke Duffy, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, afirma que influenciadores com milhões de seguidores podem receber pagamentos que ultrapassam a casa dos seis dígitos. Sua presença de destaque nas redes sociais pode gerar parcerias com marcas e patrocinadores que pagam por postagens individuais. “Os seguidores são uma forma de moeda que é importante, atualmente”, explica Duffy. “Mais seguidores costumam se traduzir em renda mais alta.” Outro caminho para o estrelato Crédito, BOB FRID/EPA/Shutterstock Legenda da foto, Tim Payne, da Nova Zelândia, durante a partida contra a Bélgica na primeira fase da Copa 2026 Antes do início do torneio, o zagueiro Tim Payne, da Nova Zelândia, ganhou o apelido de “jogador menos conhecido” da Copa do Mundo, graças a um influenciador argentino. Valen Scarsini é conhecido na internet como “elscarso”. Ele compartilhou um vídeo convocando centenas de milhares de seguidores a promover o perfil de Payne online. Payne se envolveu na campanha, postando mais e interagindo com o influenciador. E, em poucos dias, o jogador passou de cerca de 5 mil para perto de seis milhões de seguidores no Instagram — mais do que a própria população da Nova Zelândia, que é de pouco mais de 5,3 milhões de pessoas, como destaca o próprio jogador. Diferentemente do caso do cabo-verdiano Vozinha, a fama recente fama de Payne não se deveu ao seu desempenho no campo de jogo. Este é um fenômeno cada vez mais frequente no mundo esportivo, segundo Mike Serazio. Ele é professor do Boston College, nos Estados Unidos, e pesquisou as conexões entre a comunicação e o esporte. “Nós tivemos, nos últimos cinco a 10 anos, a ascensão de astros do esporte que são frutos de marketing, de seguidores nas redes sociais”, explica ele. “Sua fama não é proporcional aos seus talentos esportivos.” Serazio destaca que qualquer jogador que chega à seleção nacional do seu país tem grandes talentos. Mas, antigamente, os atletas precisavam estar entre os melhores para fazer comerciais na televisão ou aparecer em embalagens de produtos. “Você simplesmente não precisa da comunicação de massa como antigamente e os atletas compreendem isso”, prossegue o professor. “Os atletas vão às redes sociais e as empregam com a ambição de cultivar seguidores, conseguir contratos com marcas, ganhar dinheiro e alavancar sua popularidade.” A fama irá durar após a Copa? Serazio acredita que a viralização direciona os rumos da audiência esportiva. “O seu desempenho durante todo o jogo importa menos do que ter um momento único que funcione bem, que reverbere nos confins virais das redes sociais”, explica ele. “O momento viral é uma moeda mais valiosa. Ele importa mais do que a partida em si.” A questão é se um atleta que participa da Copa do Mundo e consegue milhões de novos admiradores pode transformar este sucesso em uma carreira além das quatro linhas do gramado. “Você tem ali uma janela de atenção”, prossegue o professor. “Ninguém sabia quem era o goleiro de Cabo Verde… e acho que não saberão quem é ele depois que terminar a Copa do Mundo.” “Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar, Mbappé, depois que se aposentarem, ainda conseguirão fazer contratos”, segundo Serazio. Estes, segundo ele, não são “atletas que têm apenas um grande momento que pode alavancá-los além da sua carreira”. Um exemplo de atleta que aproveitou com sucesso seu público nas redes sociais é a jogadora americana de rugby Ilona Maher. Sua popularidade disparou durante os Jogos Olímpicos de 2024 em Paris, na França. Maher tem seu próprio podcast, é embaixadora de marcas, serviu de modelo para a revista Sports Illustrated e ficou em segundo lugar na série de TV Dancing with the Stars. Maher também ganhou o Prêmio ESPY (o mais importante prêmio do esporte nos Estados Unidos), como Atleta Revelação de 2025. Crédito, AFP via Getty Images Legenda da foto, Ilona Maher viu sua popularidade disparar durante os Jogos Olímpicos de 2024 em Paris, na França Para Duffy, existem oportunidades de carreira a longo prazo para os novos astros das redes sociais. Mas é difícil calcular exatamente o quanto de dinheiro eles podem ganhar com isso. Ela explica que o preço pago por postagens patrocinadas nas redes sociais não tem padrões tão rígidos quanto nos meios de comunicação tradicionais, como os comerciais na televisão. “Existem muito poucas indicações sobre o que seria uma renda razoável”, prossegue a professora. “São indivíduos cujas carreiras, até agora, estiveram atreladas ao futebol. Por isso, é curioso imaginar como eles enfrentarão a variabilidade de um ecossistema nebuloso como a economia dos meios digitais.” O capital cultural desses astros virais da Copa do Mundo, agora, está no seu ponto mais alto. Mas o que isso significa para o futuro dos jogadores poderá depender de como eles conseguirão manter seus novos admiradores engajados após o fim do torneio. Source link

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Como Bruno Fernandes pode ser a chave de Portugal contra a Croácia

Portugal decide seu futuro na Copa do Mundo contra a Croácia nesta quinta Bruno Fernandes é destaque da seleção portuguesa nas estatísticas da Fifa. Motor do time e destaque nos últimos jogos, o meia é o jogador que mais corre, mais pede a bola, mais se movimenta entre linhas para recebê-la, mais pressiona sem a bola e mais tenta criar via cruzamento. continua após a publicidade Em uma análise simples, é como se agisse como um verdadeiro “conector”. Na pressão, consegue aparecer, assim como na transição, justamente com as arrancadas, e na criação. Mesmo que não lidere estatísticas como gols e assistências, boa parte das principais jogadas passam pelos pés de Bruno Fernandes. ➡️Siga o Lance! no WhatsApp e acompanhe em tempo real as principais notícias do esporte O dado mais expressivo é o de distância percorrida: Bruno Fernandes acumulou 31,41 km em campo, mais do que qualquer outro jogador português na competição. Em média, nos quatro jogos, é como se fossem 7 quilômetros percorridos por partida. Essa movimentação constante também aparece nas 132 arrancadas registradas, também a maior marca entre os companheiros. continua após a publicidade Do meio para trás, os números também chamam atenção. Bruno Fernandes soma 54 recepções entre as linhas defensiva e de meio-campo. E, quando se fala na parte defensiva, são 128 pressões realizadas, a maior marca da seleção portuguesa também. Ele lidera Portugal em cruzamentos, com 14 registrados até então. Tudo isso serve como indicativo do protagonismo de Bruno Fernandes na circulação de bola da equipe. continua após a publicidade Bruno Fernandes tem sido destaque da seleção portuguesa. (Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP) Bruno Fernandes surge como arma contra a Croácia Nesta quinta-feira, Portugal define seu futuro na Copa do Mundo em um duelo decisivo contra a Croácia. Bruno Fernandes dificilmente será determinante pelo volume de finalizações, mas pode ser a principal peça para sustentar o ritmo intenso que a seleção portuguesa pretende impor diante de um adversário de forte intensidade física. Estatísticas como distância percorrida, arrancadas e pressões realizadas reforçam a importância do meia no plano de jogo de Roberto Martínez. A estratégia pode passar por explorar o desgaste da equipe croata ao longo da partida e, a partir dessa movimentação constante de Bruno Fernandes, criar espaços para oportunidades mais perigosas no ataque. As equipes se enfrentam em Toronto, às 20h (de Brasília). Quem vencer garante vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo. 📲 De olho no Lance! e na Copa do Mundo. Todas as notícias, informações e acontecimentos em um só lugar. 💸 Ganhe 100% em aposta extra até R$100 na Novibet — aproveite somente hoje Jogue com responsabilidade. Proibido para menores de 18 anos. Source link

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Sósia de Haaland, adversário do Brasil, viraliza nas redes sociais

Modelo soma milhões de visualizações em suas postagens A modelo Julia Grop viralizou nas redes sociais por suas imitações do atacante da Noruega, Erling Haaland, que será adversário do Brasil na Copa do Mundo. A sueca gerou milhões de visualizações em postagens em que as semelhanças físicas com o camisa 9 são impressionantes. A profissional era comparada ao jogador mesmo antes de entrar na brincadeira, no último dia 27 de junho. continua após a publicidade ➡️Simule os jogos da Copa do Mundo! Julia possui cerca de meio milhão de seguidores no Instagram e, por conta dos pedidos dos seus seguidores, postou um vídeo simulando os trejeitos do grandalhão norueguês. A primeira publicação relacionada ao tema conta com mais de 70 milhões de visualizações e três milhões de curtidas na plataforma. Confira uma das postagens de Julia Grop: Haaland comemora de braços abertos gol marcado pela Noruega sobre a Costa do Marfim, na Copa do Mundo (Foto: Paul Ellis/AFP) Técnico da Noruega manda recado a Ancelotti: ‘Estamos indo atrás de você’ O técnico da seleção da Noruega, Ståle Solbakken, fez um discurso emocionado e motivador no vestiário após a vitória por 2 a 1 sobre a Costa do Marfim, resultado que garantiu a classificação da equipe para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Além de exaltar os jogadores pela campanha histórica, o treinador aproveitou para mandar um recado ao técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti. continua após a publicidade A Noruega voltou a disputar uma Copa do Mundo após 28 anos de ausência e já é uma das grandes surpresas desta edição. A última participação da equipe nórdica havia sido no Mundial de 1998. Durante o discurso, Solbakken destacou a importância da conquista para a história do país e ressaltou o impacto da classificação para o povo norueguês. ➡️ Siga o Lance! Fora de Campo no WhatsApp e saiba o que rola fora das 4 linhas — Vocês da seleção fizeram história. Não apenas na história do futebol do país, mas na história da Noruega como um todo. Isso é algo enorme, nunca mais vai acontecer. Nunca mais vamos viver algo assim repetidas vezes. E esses 28 anos de dor, tudo o que as pessoas sentem por todo este país, o que eu sinto aqui, o que vocês sentem… acabou. Nunca mais — iniciou o treinador. continua após a publicidade Na sequência, o comandante brincou com a comemoração que tomou conta da Noruega após a classificação: — Foram vocês que fizeram isso. Foram vocês que tornaram possível que todo mundo na Noruega possa ficar bêbado por 14 dias sem que ninguém ache estranho. Foram vocês que criaram isso. Levem isso com vocês — acrescentou. Mandou recado a Ancelotti antes de Brasil x Noruega Ao encerrar a conversa com os jogadores, Solbakken voltou o foco para o próximo desafio e enviou uma mensagem à Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira: — Pode esperar, Carlo Ancelotti. Estamos indo atrás de você — afirmou. A Noruega será a adversária do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo. O confronto está marcado para o próximo domingo (5), às 17h (de Brasília), no estádio de Nova York/Nova Jersey, nos Estados Unidos. 🤑 Aposte em jogos da Copa do Mundo! Clique e saiba mais!É preciso ter mais de 18 anos para participar de qualquer atividade de jogo de apostas. Jogue de forma responsável Source link

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Qual é a altura ideal para um jogador de futebol?

Fredrik Aursnes e Erling Haaland Apesar de haver jogadores de todos os tamanhos e de as alturas variarem conforme a sua posição, a média de altura de todas as equipas no Mundial é surpreendentemente semelhante. É uma selva darwiniana lá fora no mundo do desporto. Os jogadores com o que é preciso são selecionados, e os sem acabam no banco de suplentes. Se não tiver o que é necessário, eles não vão querer o que tem. Isto aplica-se certamente à habilidade, garra, resistência e força, mas também ao tamanho e forma do corpo. Aquilo a que os investigadores chamam “Lei da Otimização Morfológica” diz-nos que os atletas que têm o corpo certo para o seu desporto são os que têm sucesso. Vimos isso recentemente nas finais da NBA com a figura imponente do jogador dos San Antonio Spurs, Victor Wembanyana (224 cm). Mas e os jogadores de futebol? Existe uma altura ideal para um jogador de futebol de elite? Encontrar a altura ideal para um jogador de futebol Os jogadores do Mundial parecem ter todos os tamanhos: do XS (Diego Maradona, da Argentina, com 165 cm) e S (Lionel Messi, da Argentina, que sofreu de deficiência de hormona de crescimento na infância, tem 170 cm) ao M (Pelé, do Brasil, com 173 cm), L (Zinedine Zidane, de França, com 185 cm) e até XL (Erling Braut Haaland, da Noruega, tem 195 cm). Os vencedores da Bola de Ouro da FIFA, prémio para o melhor jogador do mundo, têm alturas muito variadas. Messi, como referido, tem apenas 170 cm, enquanto Rodrigo Hernández Cascante (mais conhecido por Rodri), de Espanha, tem 190 cm. Também não existe uma correlação direta entre a altura média de uma equipa e o seu desempenho. Argentina, Espanha e Brasil, campeões do Mundo, estão entre as seleções mais baixas ao longo dos anos. Portanto, os pais dos aspirantes a jogadores não precisam de se preocupar muito com a altura dos seus filhos. Há, no entanto, um facto curioso sobre a altura das seleções do Mundial: a média de altura de todas as equipas é surpreendentemente semelhante. Na grande maioria das 48 seleções deste Mundial, a média de altura situa-se entre os 180 cm e os 185 cm. A imprensa noticia que as duas seleções mais altas – a Bósnia e a Noruega – têm uma média de 187 cm, enquanto a seleção australiana tem uma média de 183 cm. A seleção mais baixa é a Arábia Saudita, com 178 cm. Os jogadores são, em média, mais altos do que os homens típicos da mesma idade e do mesmo país. O que é notável é que a diferença entre a altura da equipa e a altura da população é maior nos países de baixa estatura e menor nos países de alta estatura. Os dados sugerem que todas as seleções procuram jogadores com cerca de 180 a 185 cm de altura, o que pode ser a altura ideal para um jogador de futebol. Para percebermos porque é que isto acontece, precisamos de analisar a dinâmica do jogo. A altura ideal para a função A altura do jogador é específica para as exigências da posição. Os guarda-redes são, de longe, os mais altos (189 cm é a média no Mundial) porque precisam de um alcance excecional para bloquear os remates. O jogador mais alto da história da Austrália num Mundial foi o guarda-redes Zeljko Kalac, com 202 cm. A certa altura, chegou a ser discutida a possibilidade de aumentar o tamanho das traves, pois os guarda-redes estavam a ficar muito altos. A principal função dos defesas é atrapalhar os avançados e disputar bolas aéreas (principalmente de cabeça), pelo que também costumam ser bastante altos: 183 cm, em média. Messi marcou pouco mais de 30 golos de cabeça na sua carreira até à data, enquanto Cristiano Ronaldo, muito mais alto, marcou mais de 150. Os jogadores mais altos também têm um melhor desempenho nas barreiras defensivas quando é assinalada uma falta. Os jogadores de ataque – médios e avançados – precisam de ser ágeis e ter uma aceleração elevada, pelo que tendem a ser um pouco mais baixos, com cerca de 175 a 180 cm. Dois dos maiores avançados de sempre – Maradona (165 cm) e Messi (170 cm) – eram relativamente baixos. Parece que as seleções do Mundial precisam de pelo menos alguns jogadores suficientemente altos para ganhar bolas aéreas, formar barreiras defensivas e bloquear os adversários. E quando uma seleção tem jogadores desta dimensão, as outras também têm de escolher jogadores de tamanho semelhante para se manterem competitivas – é uma espécie de corrida armamentista antropométrica. Isto pode ser um desafio para países geralmente baixos, como o México e o Equador. Em resumo A altura não é, certamente, um atributo tão valioso para um jogador de futebol como outras características, como a habilidade com bola, a resistência, a agilidade, a capacidade de leitura de jogo e a perceção de posicionamento dos jogadores em campo – todas com pouca relação com a altura. Por esta razão, raramente vemos jogadores de futebol extremamente altos. Há muito menos homens muito altos na população e, consequentemente, menos homens muito altos com capacidades excepcionais com a bola. Mas pode-se afirmar com confiança que será uma equipa de jovens com uma altura um pouco acima da média. Source link

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Brasil inicia preparação para oitavas da Copa contra Noruega

O grupo da seleção brasileira se reapresenta na tarde desta quarta-feira (1º). Estão programados três dias de treinamento até o duelo decisivo de oitavas de final da Copa do Mundo contra a Noruega, marcado para domingo (05) às 21h (horário de Lisboa), em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Na primeira fase do torneio, os europeus passaram em segundo no chave I. Foram duas vitórias (4 a 1 sobre o Iraque e 3 a 2 sobre Senegal) e a derrota por 4 a 1 para a França. No primeiro mata-mata, a Noruega eliminou a Costa do Marfim por 2 a 1. Até agora, a Noruega fez dez gols, metade pelo atacante Haaland, autor de cinco, e sofreu oito. O Brasil voltou de Houston, local da vitória por 2 a 1 sobre o Japão, na segunda-feira (29), logo após o jogo para Nova Jersey. O grupo já trabalhou nessa terça-feira (30) no hotel e no centro de treinamento utilizados desde o início das atividades nos Estados Unidos. Lucas Paquetá, jogador do Flamengo, que havia sido titular em todos jogos da seleção brasileira nesta Copa do Mundo, publicou, nas últimas horas, no perfil oficial das redes sociais alguns versículos bíblicos lamentando a lesão sofrida no final do primeiro tempo do jogo contra o Japão. Ele saiu de campo sentindo dores e com ajuda dos colegas. Na volta do intervalo, foi substituído por Endrick. Clique aqui e siga o canal do DN Brasil no WhatsApp! “Vamos juntos até o fim. Bora Brasil”, escreveu o atleta depois de ter a lesão na coxa esquerda constatada em exame nessa terça. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não informou o tempo de recuperação, mas dificilmente Lucas Paquetá estará à disposição para o confronto de domingo contra a Noruega. “O jogador seguirá um protocolo de tratamento intensivo, acompanhado pela equipe médica da Seleção Brasileira, visando sua recuperação e retorno às atividades no menor tempo possível”, disse a confederação em comunicado oficial. Na terça, o atacante Raphinha avançou no processo de recuperação da lesão sofrida na vitória do Brasil sobre o Haiti por 3 a 0 na segunda rodada da Copa do Mundo. O atleta do Barcelona começou a transição para o campo participando de exercícios leves de tênis. Existe a expectativa de que o avante esteja à disposição do técnico Carlo Ancelotti para o duelo das oitavas de final contra a Noruega, mas ele deve começar a partida como opção no banco de reservas. Source link

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Após a eliminação da Copa do Mundo… um novo escândalo abala o futebol alemão

Mal a seleção alemã havia sido eliminada da Copa do Mundo de 2026, derrotada pelo Paraguai (3 a 4) nos pênaltis após um empate de 1 a 1 no tempo regulamentar, quando um novo escândalo explodiu nos bastidores da Federação Alemã de Futebol. Ingressos gratuitos, estadias em hotéis de luxo e benefícios suspeitos colocaram a sede da Federação Alemã de Futebol sob o microscópio dos investigadores, em uma investigação que se estende por várias cidades alemãs e ameaça a confiança do público no esporte. Na quarta-feira, investigadores alemães realizaram amplas operações de busca que abrangeram a sede da Federação Alemã de Futebol (DFB) e vários escritórios administrativos municipais, no âmbito de uma investigação relacionada a possíveis irregularidades na distribuição de ingressos e pacotes de hospitalidade durante o Campeonato Europeu de 2024, sediado pela Alemanha. Um comunicado conjunto do Ministério Público de Bochum e do Departamento de Investigação Criminal do estado da Renânia do Norte-Vestfália informou que as buscas ocorreram em vários locais no país, para investigar “benefícios não autorizados, incluindo a assistência a uma partida internacional de futebol”. O jornal alemão “Bild” destacou que as investigações envolvem um cidadão alemão e outro francês e dizem respeito a convites para hotéis e milhares de ingressos que, suspeita-se, tenham sido alocados ilegalmente a convidados de destaque antes do início do campeonato, realizado em dez cidades alemãs. Segundo o jornal, um dos suspeitos é um ex-funcionário municipal da cidade de Gelsenkirchen, uma das sedes do torneio, e é suspeito de ter recebido ingressos, benefícios de viagem e hospedagem em hotéis no valor de 2.400 euros, o que equivale a 2.736 dólares americanos. Por sua vez, a Federação Alemã de Futebol confirmou, em comunicado oficial, que sua sede foi alvo de uma busca, esclarecendo: “A investigação não diz respeito à Federação Alemã de Futebol como organização, nem a nenhum de seus funcionários ou dirigentes. A Federação participa desses procedimentos apenas como testemunha e se comprometeu a cooperar plenamente com as autoridades”. Em tom firme, Herbert Rohl, ministro do Interior do estado da Renânia do Norte-Vestfália, comentou: “Um ingresso de futebol não faz parte do salário; qualquer pessoa do setor público que solicitar suborno receberá nossa visita”. Ele acrescentou: “Grandes eventos, como o Campeonato Europeu, dependem da confiança do público no esporte e nas autoridades que o organizam. Não permitiremos que essa confiança seja abalada por causa de alguns convites e ingressos”. Até o momento, a União Europeia de Futebol (UEFA) não se pronunciou sobre o caso, e os promotores públicos de Bochum se abstiveram de fornecer mais detalhes. Esses desdobramentos ocorrem em um momento delicado para o futebol alemão, que vive uma semana agitada de questionamentos após a surpreendente eliminação da seleção da Copa do Mundo pelas mãos do Paraguai, o que provocou indignação popular, agravada pelas declarações do chanceler Friedrich Merz, que elogiou a seleção apesar da derrota. Source link

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Copa do Mundo 2026: conheça bandas e artistas de todos os países do Grupo E

Mesmo já eliminados da competição, Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador continuam marcando presença na nossa série de listas Por: Felipe Ernani / Tenho Mais Discos Que Amigos! A Copa do Mundo 2026 tem sido maravilhosa, celebrando a maior edição de todos os tempos do torneio com uma fase inédita de 16 Avos de Final que já trouxe várias surpresas – incluindo, por exemplo, a eliminação da Alemanha para o Paraguai. Bandas da Copa do Mundo 2026 – Grupo E Foto: Tenho Mais Discos Que Amigos! Parte do Grupo E na primeira fase da Copa, a seleção europeia foi a segunda a ser eliminada entre seu grupo, depois de Curaçao. No entanto, o Grupo E já deu adeus a todos os seus representantes, já que Costa do Marfim e Equador também foram derrotadas por Noruega e México, respectivamente. Ainda assim, na Copa do Mundo do TMDQA! todos esses países seguem vivos na nossa série que destaca a pluralidade do mundo da música, te levando por uma viagem pelas culturas de diferentes países e mostrando que há (muita) coisa boa espalhada por aí. LEIA A MATÉRIA COMPLETA AQUI Source link

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Como o sonho chinês do Mundial se desmoronou. E como está lentamente a renascer

Futebol chinês: do fracasso milionário ao fenómeno amador que entusiasma o país Enquanto o Mundial de futebol prende as atenções na América do Norte este verão, a China voltará a assistir de fora. Mas uma história improvável está a ganhar força no país, à medida que adeptos chineses apoiam jogadores amadores improváveis – de estafetas a aldeões – que agora jogam em estádios cheios, num raro sinal de que, acreditam alguns, o “desporto-rei” pode finalmente estar a criar raízes no país. Durante anos, a qualificação para a competição mais prestigiada do futebol foi um objetivo nacional para a segunda maior economia do mundo. É um dos “três desejos” que o presidente Xi Jinping definiu para a modalidade, juntamente com organizar e, eventualmente, vencer o torneio. Em abril de 2016, a Associação Chinesa de Futebol revelou um plano histórico para alcançar a hegemonia mundial até meados do século. Entre os objetivos ambiciosos: 70 mil campos em todo o país e 30 milhões de crianças em idade escolar a praticar futebol até 2020. Mas, uma década depois, os resultados são escassos. A seleção masculina caiu do 82.º lugar do ranking mundial em 2016 para o 94.º entre 211 seleções nacionais. Mesmo com o Mundial a expandir-se de 32 para 48 equipas, as esperanças chinesas foram destruídas após uma derrota por 1-0 frente à Indonésia no passado mês de junho. A estreia em 2002, que terminou com uma eliminação na fase de grupos sem qualquer golo marcado, continua a ser a única participação do país. Jogadores chineses reagem após perderem com a Indonésia no ano passado e falharem o Mundial. (Wu Zhizhao/VCG/AP) Será possível fabricar uma cultura futebolística? Na China, a tentativa esbarrou em forças muito para além do relvado. Marcar pontos políticos Era o final de novembro de 2012 e Xi tinha assumido a liderança do partido apenas duas semanas antes. Durante uma visita a uma exposição, pronunciou duas palavras que viriam a definir a China moderna: o “sonho chinês”. Tratava-se de uma visão de “rejuvenescimento” nacional. A expressão tornou-se rapidamente um elemento central da retórica oficial. O futebol não foi exceção. O plano histórico de 2016 prometia não apenas sucesso desportivo, mas também um sonho de “rejuvenescer a nação”. O que se seguiu foi uma onda de contratações de estrelas estrangeiras para a Superliga Chinesa (CSL). Entre 2015 e 2017, os clubes da CSL gastaram 1,12 mil milhões de dólares [mais de 960 milhões de euros] no mercado de transferências, acumulando um défice líquido superior a 818 milhões de dólares [cerca de 700 milhões de euros], mostram dados do Transfermarkt. No início de 2016, o recorde nacional de transferências foi batido quatro vezes num único mês, com jogadores conhecidos como Oscar, Paulinho, Carlos Tévez e Hulk a trocarem a Europa pela China. A estrela brasileira Oscar, ao centro, foi um dos jogadores de renome a transferir-se para a Superliga Chinesa. (Toshifumi Kitamura/AFP/Getty Images) A financiar esta explosão estavam sobretudo promotores imobiliários; em 2018, os proprietários dos 16 clubes do principal escalão tinham interesses no mercado imobiliário. “Nunca foi sobre futebol. Foi sempre sobre estabelecer uma relação mais próxima com o governo local”, diz à CNN Sports Tobias Ross, que entrevistou 200 figuras ligadas ao futebol chinês para um novo livro de que é coautor, “Football, Business and State Power in Contemporary China”. Este sistema de favores refletia os conceitos de guanxi e renqing, redes informais de relações construídas com base em favores e obrigações na cultura chinesa. Para os conglomerados imobiliários, essas ligações davam acesso a dois recursos controlados pelo Estado: terrenos e empréstimos bancários. Já os responsáveis políticos, impossibilitados de gerir clubes diretamente, procuravam prestígio e promoções em troca, explica Ross. A dinâmica alimentou gastos extravagantes em contratações mediáticas e projetos de estádios vistosos que “ficavam muito bem no papel”. Mas, economicamente, fazia pouco sentido. Ross afirma que “é basicamente um negócio que dá prejuízo”. O Guangzhou Evergrande, por exemplo, bicampeão asiático e oito vezes vencedor da CSL, perdia entre 155 e 310 milhões de dólares [133 e 266 milhões de euros] por ano, noticiou a Bloomberg em 2021. Os investidores, ainda assim, faziam grandes esforços para preservar essas relações, seguindo dirigentes partidários locais e mudando clubes de cidade quando os responsáveis políticos eram transferidos, conta Ross. À medida que os clubes subiam de divisão, os proprietários tentavam também alargar a sua influência “na hierarquia do guanxi” em direção aos níveis mais altos do governo. Mas o modelo não foi concebido para durar. Muitas vezes, o dinheiro desaparecia assim que os investidores asseguravam ou concluíam os seus projetos, enquanto os responsáveis políticos privilegiavam conquistas rápidas durante os seus mandatos limitados. “Sinceramente, é uma piada”, considera Ross, sublinhando que até os principais clubes da CSL pouco fizeram para desenvolver merchandising, direitos televisivos ou outras fontes de receita, ao contrário dos clubes europeus. Depois, a pandemia de covid-19 deu o golpe final. Eliminou a almofada financeira que sustentava os gastos dos clubes. A vasta campanha de Pequim contra os elevados níveis de dívida e o excesso de oferta no setor imobiliário atingiu brutalmente os proprietários. Clubes com dificuldades financeiras chegaram a ter problemas para pagar serviços básicos, quanto mais os salários milionários dos jogadores. Mais de 40 equipas desapareceram desde 2021. E a linha ténue entre guanxi e ilegalidade pura alimentou uma corrupção generalizada. A cumprir uma pena de 14 anos de prisão, o antigo vice-presidente da Associação Chinesa de Futebol, Du Zhaocai, disse à televisão estatal CCTV num documentário de 2024: “Dinheiro e presentes são frequentemente usados para facilitar processos oficiais, ao ponto de se ter tornado uma prática informal enraizada.” Noutra revelação chocante, o antigo médio do Everton Li Tie admitiu ter pago a equipas rivais para ajudar dois clubes a subir à Superliga Chinesa durante períodos em que foi treinador entre 2015 e 2019. Mais tarde, pagou 440 mil dólares [378,5 mil euros] para se tornar selecionador nacional. Só no mês passado, a federação acrescentou mais 17 pessoas à lista de banidos para toda a vida por manipulação de…

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República Democrática do Congo não é estreante em Copas do Mundo; 1ª participação foi com outro nome

A República Democrática do Congo já fez história com a classificação para a fase mata-mata da Copa do Mundo 2026 em sua segunda participação em Copas. A equipe agora vai vencendo a Inglaterra por 1 a 0 em busca de uma vaga nas oitavas. A primeira e última vez que o país esteve na Copa foi em 1974, ou seja, 52 anos atrás. E, na época, tinha outro nome: Zaire. O nome diferente é porque, na época, foi decidido pelo governo de Mobutu Sese Seko, considerado extremamente autoritário e que controlou o país durante cerca de 30 anos, até 1997. Após sua morte, houve a mudança de regime para maiores valores democráticos. Dessa forma, o local passou a se chamar de República Democrática do Congo, conforme ficou decido após sua independência da Bélgica, em 1960. Na sua primeira participação em Copas, o Zaire teve três derrotas nas partidas que fez. Uma, inclusive, para o Brasil, por 3 a 0. Dessa vez, a República Democrática do Congo chega a Copa do Mundo sob um novo desafio: a crise do ebola. O país é epicentro de um surto da doença, que dificultou os treinamentos da equipe para o torneio e fez até mesmo um amistoso marcado contra o Chile ser cancelado. A República Democrática do Congo enfrenta simultaneamente, além disso, uma grave crise humanitária e conflitos armados em regiões do leste do território. Segundo organizações internacionais, milhões de pessoas enfrentam insegurança alimentar severa, enquanto os confrontos dificultam ações humanitárias e de saúde pública. Embora a maioria dos jogadores atue fora do país e não seja diretamente afetada pela situação, o contexto influencia a mobilização de torcedores e a logística da delegação. Relatos recentes apontam que cidadãos congoleses têm enfrentado restrições mais rígidas para entrar nos Estados Unidos, sede da Copa do Mundo de 2026. Source link

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