Argentina e Espanha trouxeram para o futebol marcas interessantes
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Argentina e Espanha se enfrentam na final da Copa do Mundo no próximo domingo (19). As duas seleções trouxeram para o futebol marcas interessantes e uma delas está presente nos dois times: identidade de jogo.
Coloque camisas neutras no time da Argentina e da Espanha e será fácil identificar que em campo estão os comandados de Scaloni e de seu companheiro espanhol De La Fuente.
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Identidade de jogo é algo muito valioso em um time de futebol. Algo que vem sendo desprezado há anos no Brasil. Não sabemos mais o que é o futebol brasileiro. Mas sabemos o que é o futebol argentino e espanhol.
A Argentina gosta do jogo pelo meio, da troca de passes e da cadência. E isso não tem a ver com Messi, que desequilibra qualquer análise. Este é o jogo argentino com ou sem ele. Mas nesta Copa, um componente importante surgiu como combustível: o drama.
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Cada vez que a derrota se aproximou da Argentina ela acendeu o fogo e sobreviveu. Foi o time que se recusou a apagar sua chama que vem acesa desde a Copa passada. Como se cada minuto a mais de Messi no futebol fosse a coisa mais importante a se conquistar.
O segredo da final da Copa
A Espanha é outro tipo de time: funciona como uma máquina muito bem programada. Passes curtos, precisos e preenchimento de espaços. Ela aniquila seus rivais sem pressa, aos poucos. Como uma jiboia que engole a presa devagar.
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O futebol da seleção da Espanha funciona em temperatura baixa. Não é força, não é velocidade. A imposição é pela calma e precisão.
Quanto mais frio o jogo, melhor para a Espanha. Ao que parece, aí reside o segredo da final. A Argentina depende da temperatura para seu jogo aparecer. A Espanha gosta da frieza.
Quem souber levar a final para seu modo de atuar, tende a ser campeão.











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