A decisão de rejeitar a candidatura destaca a enorme dificuldade de tirar Infantino do poder, depois de ele passar a última década consolidando sua posição. Como principal idealizador por trás dos aumentos recordes de receita da Fifa, Infantino conta com amplo apoio das associações-membro na África, na Ásia e na América do Sul, segundo a RMC Sport. Essas regiões se beneficiaram significativamente da redistribuição de riqueza sob sua liderança, o que torna qualquer movimento liderado pela Europa uma perspectiva matematicamente difícil.
Além disso, uma campanha eleitoral provavelmente teria atraído um intenso escrutínio e a reabertura de vários dossiês controversos do passado. Infantino tem demonstrado uma notável capacidade de resistir a tempestades políticas, e seus apoiadores argumentam que seu sucesso econômico lhe dá um mandato difícil de contestar.











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